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"Temíveis, mas majestosos em sua ferocidade."
―Tahira, sobre crocodilos.[src]

Tahira foi uma caçadora egípcia que viveu durante os últimos anos da Dinastia Ptolemaica no Egito e uma das fundadoras e primeiros membros dos Ocultos, uma organização que eventualmente tornaria-se a Irmandade dos Assassinos.

Dedicando sua vida à natureza e aos Deuses, Tahira se isolou da sociedade e viveu nas florestas do delta do Nilo, onde ela protegeu a fauna, a flora e os lugares sagrados da dominação romana e grega. Ela defendeu os caçadores e civis que moravam na zona rural da militarização romana, e colaborou com Bayek para afastar os soldados romanos e resgatar vários animais capturados, entre eles um crocodilo sagrado de Sobek.

Embora não tenha tido tanta fé nisso, Tahira apoiou Cleópatra em sua campanha para derrubar Ptolemeu XIII, mas junto com Bayek e outras pessoas, ela foi traída pela rainha, que se aliou à Ordem dos Anciões. Tahira e os outros perceberam que agir em público ou apoiar monarcas duvidosos não iria ajudá-los, e decidiram criar uma organização secreta que funcionaria pelas sombras e impediria qualquer forma de opressão, corrupção ou brutalidade de se estabelecer no mundo. Foi a origem da Irmandade dos Assassinos.

BiografiaEditar

Protegendo a naturezaEditar

Tahira conheceu Bayek algum tempo antes de 48 AEC, e através dele soube da existência da Ordem dos Anciões, responsável por grande parte da corrupção e brutalidade que havia tomado conta do Egito na época.

Bayek Tahira

Bayek falando com Tahira.

Nos anos ao redor de 50 AEC, Tahira dedicou-se inteiramente a proteger a fauna e flora egípcia da invasão romana, além de defender seus Deuses e itens e lugares sagrados das garras dos romanos, concentrando-se na região do delta do Nilo, em especial a área ao redor de Herakleion. Ela passou a viver em uma caverna nas florestas perto da vila de Natho.

Em 48 AEC, Bayek se reuniu com Tahira e os dois colaboraram para proteger um crocodilo sagrado de Sobek, que estava sendo atacado pelos romanos. Após isso, eles mataram grupos de caça romanos que estavam atacando crocodilos, hipopótamos, flamingos e pássaros. Tahira se despediu de Bayek, que partiu para continuar sua vingança.

A Origem da IrmandadeEditar

Tahira também, relutantemente, começou a apoiar Cleópatra contra Ptolemeu XIII, mas foi traída junto com Bayek, Aya e os outros por ela e Júlio César. Com isso, a Ordem estava mais forte do que nunca, e eles estavam sem esperança. Desesperados, eles se encontraram em Alexandria para discutir o que fazer agora, e Bayek deu um discurso dizendo que, mesmo com tantas diferenças entre si, todos eles haviam revelado um espírito corajoso e de liberdade para combater a opressão da Ordem e de seus fantoches, mas também foram descuidados, e declarou que eles deveriam agora trabalhar pelas sombras, assegurando que a corrupção, opressão e brutalidade nunca mais atingissem o povo e os indefesos.

Eles concordaram, inclusive Pasherenptah, e após isso os dois líderes da Ordem: Flavius Metellus, foi assassinado por Bayek, e Lucius Septimius, foi assassinado por Aya, Brutus e Cassius, juntamente com César e em breve Cleópatra. Eles trabalharam para estabelecer uma sede em Mênfis e em Roma, criando uma presença permanente na região para combater a Ordem. Tahira foi iniciada por Bayek e recebeu uma Lâmina Oculta, sacrificando seu dedo anelar no processo. Junto com Bayek e novos recrutas, ele continuou a combater a corrupção e o desmatamento na área.

Personalidade e característicasEditar

"Eu acredito em você."
―Tahira falando com Bayek, ao cortar seu dedo anelar.[src]

Tahira era extremamente dedicada em sua tarefa auto-atribuída de proteger a natureza da militarização humana, não tendo medo nenhum de entrar em locais muito perigosos ou combater ativamente as implacáveis forças romanas. Ela também não hesitava em fazer sacrifícios pelo bem maior, tendo cortado seu dedo anelar sem nem reclamar para conseguir usar efetivamente a Lâmina Oculta e se isolado significativamente da sociedade para proteger a fauna e flora egípcia.

Por outro lado, ela, mesmo sendo muito reclusa e receosa, era leal aos seus velhos amigos, tendo recebido Bayek com cautela e carinho. Além disso, ela sugeriu levar uma criança vítima de escravizadores para a Sede e criá-lo, ao invés de apenas deixá-lo na rua. Ela também conseguiu fazer um laço amigável com Senu em instantes.

Aparições em memóriasEditar

CuriosidadesEditar

ReferênciasEditar

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