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"O fim desta guerra civil segue distante, e eu preciso de um maldito trono. O meu apodrece nas mãos do meu irmão."
―Cleópatra.[src]

Ptolemeu XIII Teo Filopator Novo Dionísio II (62 AEC - 47 AEC) foi um Faraó do Egito da Dinastia Ptolemaica que governou de 51 AEC até sua morte em 47 AEC. O filho de Ptolemeu XII Auleta, ele ainda era menor de idade quando seu pai morreu e assim reinou em conjunto com sua irmão e co-regente Cleópatra VII.

A misteriosa Ordem dos Anciões, formada por homens poderosos de todo o Egito, viu no jovem e incompetente Ptolemeu a oportunidade perfeita para solidificarem o controle deles sobre o Egito, mas consideraram Cleópatra muito audaciosa e tática para ser influenciada. Assim, Ptolemeu foi convencido por seu regente, Potino, a exilar Cleópatra e governar sozinho, algo que ele fez de bom grado pois se importava apenas com os prazeres e superficialidade do poder e autoridade.

Consequentemente, o reino dele foi marcado pela opressão, brutalidade e corrupção, e o povo colocava a culpa solenemente nele, que era apenas um fantoche da Ordem. Mas Cleópatra conseguiu criar vários aliados, entre eles Bayek e Aya, um casal que estava em busca de vingança contra a Ordem e que também desejavam a derrubada de Ptolemeu por causa de sua incompetência. A Guerra Civil Alexandrina iniciou-se, e Ptolemeu entrou em desvantagem quando o general romano Júlio César decidiu se aliar a Cleópatra. Ele morreu durante a Batalha do Nilo, devorado por crocodilos.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Nascido em 62 AEC como um dos filhos do Faraó Ptolemeu XII Auleta, Ptolemeu e sua irmã mais velha Cleópatra foram determinados por Auleta como seus sucessores. Quando seu pai morreu em 51 AEC, ele e Cleópatra, apenas por tradição, se casaram quando o jovem Ptolemeu tinha apenas dez anos, enquanto Cleópatra tinha dezessete. Os dois então reinaram em conjunto por vários anos, mas o verdadeiro poder por trás deles eram os políticos, militares e outros homens poderosos mais velhos.

Ordem Ptolemeu

Ptolemeu sendo influenciado por Potino e Eudoros.

Com o tempo, Cleópatra foi tendo novas ideias e ambições, enquanto Ptolemeu continuava iludido com a superficialidade, prazeres e orgulho de ser o Faraó, não se importando com nada de seu reino. A misteriosa Ordem dos Anciões, composta pelos homens mais poderosos e influentes do Egito, viu Cleópatra como uma ameaça ao controle deles sobre Ptolemeu e o Reino. Em 48 AEC, Ptolemeu foi convencido por seu regente Potino, que era um membro da Ordem, a exilar sua irmã e tornar-se o único governante.

Um fantoche por completo, Ptolemeu consentiu e Cleópatra foi expulsa de Alexandria e roubada de seu cargo de co-governante. Após isso, Ptolemeu deu controle total do reino à Ordem, que ele nem sabia que existia, e era constantemente dado "conselhos" por Potino e Eudoros, outro membro da Ordem.

Reino e Guerra CivilEditar

O reino de Ptolemeu foi marcado pela opressão, injustiça, brutalidade e corrupção, e por isso ele começou a ser totalmente odiado pelo povo e desprezado pelos poderosos. Sob influência da Ordem, as forças militares ptolemaicas avançaram por todo o Egito e aumentaram sua presença em vilas mais isoladas e pacíficas como Siuá, Natho e Nítria, tudo isso seguindo os interesses da Ordem. Grupos rebeldes começaram a se formar por toda a região, especialmente em Faium, a área mais oprimida do Egito.

Nessa época, Ptolemeu era um aliado do general romano Pompeu, mas os Gabiniani liderados por Lucius Septimius descobriram que o romano havia secretamente feito uma aliança com Cleópatra, e afundado todos os navios ptolemaicos que testemunharam isso. Influenciado por Potino, Ptolemeu mandou Septimius ir atrás de Pompeu e matá-lo para agradar o outro general romano, Júlio César, que havia chegado em Alexandria. Ele também mandou os Gabiniani eliminarem sua irmã em Herakleion, mas eles foram impedidos por Bayek e Aya.

César Ptolemeu Cleópatra

Ptolemeu tentando discutir com César.

Reunindo-se com César em Alexandria, Ptolemeu tentou impressioná-lo com a cabeça de Pompeu, mas o general ficou insatisfeito, pois ele desejava mostrar clemência a Pompeu, mas de qualquer maneira decidiu prosseguir com a aliança. Infelizmente para o jovem Ptolemeu, Cleópatra conseguiu se infiltrar no palácio com a ajuda de Apolodoro, Bayek e Aya, e instantaneamente impressionou César com sua beleza e audácia. Ptolemeu ameaçou matar todos os romanos em Alexandria se César traísse ele, mas ele foi ignorado e deixou o Palácio para se encontrar com seus conselheiros.

MorteEditar

Convencido por Potino e Septimius, Ptolemeu mandou seus soldados e mercenários emboscarem os romanos ao redor do Pharos, mas eles foram alertados da emboscada por Aya, e assim o cerco foi rompido e os soldados romanos conseguiram expulsar os ptolemaicos da cidade, forçando o jovem Faraó e seus conselheiros a fugirem pelo delta do Nilo, onde uma grande e sangrenta batalha foi travada entre as legiões romanas e os exércitos ptolemaicos.

Ptolemeu Atacado

Ptolemeu sendo atacado por crocodilos.

Enquanto Potino e Septimius lideravam o ataque aos romanos, Ptolemeu tentou cruzar o Nilo em uma felucca para presumidamente chegar em Mênfis, mas ele foi rastreado e avistado por Aya, que tinha um tiro certeiro nele. Mesmo assim, ela decidiu poupar o jovem governante, pensando que ele era apenas uma marionete e não uma pessoa verdadeiramente má. Entretanto, esse ato de clemência não adiantou para Ptolemeu, pois ele foi atacado por crocodilos e afundou no Nilo.

Personalidade e característicasEditar

Um garoto muito jovem que recebeu o dever difícil de ser Faraó do Egito, Ptolemeu era muito incompetente e manipulável, que estava mais interessado em possuir a falsa ilusão de ser um Deus do que governar habilmente e corretamente. Essa sede por poder, junto com sua personalidade tímida, temperamento alto e natureza dócil, deu à Ordem o meio perfeito para solidificarem seu controle sobre o Egito. Assim, ele tornou-se um simples e completo fantoche, e estava totalmente ignorante disso, além de não ter conhecimento da brutalidade e corrupção que assolava o Egito por causa de sua incompetência.

Sua natureza incompetente, raivosa e desleixada foram o que levaram à sua queda e eventual morte. César já possuía certo desprezo e desrespeito pelo jovem governante, o que aumentou ainda mais quando ele ofereceu a cabeça de Pompeu, que já havia sido seu amigo, como um presente para agradá-lo. Isso piorou quando Cleópatra provou ser muito mais hábil que o irmão, e Ptolemeu provou ser covarde, insignificante e fraco ao correr do Palácio depois de ser humilhado e ignorado por César e Cleópatra.

Ptolemeu Morte

A morte de Ptolemeu.

Não sendo mais útil para a Ordem e confrontado por sua derrota e perda de seu poder, Ptolemeu tentou fugir do conflito, Ptolemeu agradeceu Aya silenciosamente quando ela decidiu poupá-lo, mas ele sofreu de uma morte brutal e desagradável por crocodilos. Ptolemeu provavelmente tinha bondade em sua mente, mas ser forçado a ser um Faraó com uma idade tão jovem, enfrentado com deveres pesados, fizeram com que ele continuasse uma pessoa fraca e sem esperança.

Aparições em memóriasEditar

CuriosidadesEditar

  • Historicamente, a vida de Ptolemeu foi bem parecida, sendo usado por seus conselheiros e afundado no Nilo após perder o poder.

ReferênciasEditar

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