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"Cleópatra me adula com ouro, agora que já tomei Roma? É isso o que relações amistosas são para sua rainha?"
―Pompeu ao receber ouro de Cleópatra.[src]

Cneu Pompeu Magno (106 AEC - 48 AEC) foi um influente político, líder militar e aristocrata romano que foi uma figura importante nos últimos anos da República Romana. Após uma vitória decisiva contra seu inimigo Sula, Pompeu começou a ser também chamada de Pompeu, o Grande, e tornou-se um prestigioso líder romano e um forte aliado de Júlio César. Ele também era um aliado de Ptolemeu XIII, o rei do Egito, e mais tarde traiu ele e tornou-se um aliado de Cleópatra, irmã e inimiga de Ptolemeu.

BiografiaEditar

Nascido em 106 AEC como o filho do rico proprietário e político militar Cneu Pompeu Estrabão, o jovem Pompeu herdou as terras e títulos do pai após a morte dele na guerra civil entre Caio Mário e Sula. Ele ganhou o respeito de Sula, que havia tornado-se ditador, após ajudá-lo na reconquista da Itália, e com o tempo foi conseguindo muito prestígio político e militar, liderando uma campanha naval contra a pirataria no Mar Mediterrâneo. Nessa campanha, ele serviu como o superior de Lucius Septimius, um soldado que ele considerava leal e eficaz.

Em meio à sua carreira, Pompeu fez uma aliança duradoura e fiel com o rei do Egito, Ptolemeu XII Auleta. Ajudando-se mutualmente, Pompeu recebeu uma frota de trirremes egípcios de alta qualidade de Ptolemeu, e para retribuir o favor, enviou o comandante romano Aulo Gabínio para permanecer no Egito e servir aos interesses da Dinastia Ptolemaica. Foi a origem dos Gabiniani, e entre esses romanos estava Septimius. Ele também formou uma aliança com Júlio César e Crasso, dois outros líderes romanos influentes, e teve grande importância na derrubada de Sula.

Contudo, César e Pompeu começaram a se distanciar politicamente com o tempo, e isso eventualmente culminou em uma guerra civil entre os dois, com Pompeu se aliando ao Partido Conservador e César aliando-se ao Partido Popular. Enquanto navegava pelo Mar Egeu, Pompeu foi contatado por Aya e Phoxidas, dois aliados de Cleópatra, que o convenceram a secretamente terminar sua aliança com o filho de Auleta, Ptolemeu XIII, e quando a hora chegasse, dar o golpe nele. Infelizmente para Pompeu, entretanto, ele sofreu uma derrota humilhante na Batalha de Farsalos por César, e sem escolha, decidiu fugir ao Egito para pedir refúgio aos seus aliados.

Pompeu Morte

O cadáver degolado de Pompeu.

Ao chegar na costa mediterrânea egípcia, Pompeu surpreendeu-se ao não ser recebido por Cleópatra, e sim por seu velho aliado Lucius Septimius e um grupo de Gabiniani. Taciturno e desconfiado, Pompeu recebeu a informação que Ptolemeu iria fornecer tudo necessário para ele. Enquanto estava distraído, Pompeu foi esfaqueado várias vezes por Septimius e os outros. Os conselheiros de Ptolemeu, entre eles Potino e Septimius, decidiram que seria arriscado demais defender Pompeu, pois César estava à pouco tempo de Alexandria, e presentearam a cabeça do romano a César.

Personalidade e característicasEditar

Pompeu Magno

Aya e Phoxidas fazendo um acordo com Pompeu.

Pompeu era considerado um extraordinário e grandioso líder político e militar, e por muito houve debates discutindo se César era realmente superior a ele. Ele, mesmo após sua derrocada humilhante, continuou como um herói memorável da República, considerado pelo próprio César como um homem honrado e inteligente, o que permitiu o seu legado sobreviver. Pompeu também sabia fazer alianças com inteligência, vendo imediatamente que Cleópatra parecia ser mais valiosa que Ptolemeu como aliado, além de ter sido provavelmente atraído pela oferta de ser um rei.

Quando a guerra entre ele e César eclodiu, Pompeu disse orgulhosamente que ele poderia vencer seu oponente sem nem tentar, devido ao seu número maior de poderio militar e orgulho pessoal. Isto foi um dos motivos de sua humilhante derrota, que fez Pompeu se desesperar e ir buscar ajuda com seus aliados, mesmo sabendo que ele não possuía muita utilidade restante. Seu desespero foi tão alto que ele aceitou ser ajudado por Septimius, que estava no lado de Ptolemeu e que já sabia da traição dele, o que levou ao seu brutal assassinato, onde Pompeu nem conseguiu lutar pela vida.

Aparições em memóriasEditar

Principais:

CuriosidadesEditar

  • Historicamente, a morte de Pompeu motivou César a guerrear contra as forças ptolemaicas, ordenando a execução de Potino e causando a morte do rei.

ReferênciasEditar

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