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Phanos, o Jovem foi um poeta e dramaturgo greco-egípcio de Alexandria que viveu durante os últimos anos da Dinastia Ptolemaica, e um dos primeiros membros dos Ocultos, uma organização que eventualmente se tornaria a Irmandade dos Assassinos.

O primo de Aya, outra fundadora dos Ocultos, Phanos liderou os protestos, movimentos e lutas contra a opressão dos Phylakitai e das forças ptolemaicas em Alexandria, e ajudou Bayek na eliminação de Gennadios e os outros líderes dos Phylakitai. Depois, ele tornou-se um membro importante na conspiração para restaurar Cleópatra e derrubar Ptolemeu XIII, mas foi traído junto com os outros pela mesma, que se aliou com Júlio César e a Ordem dos Anciões.

Após essa traição, Phanos e os outros perceberam que agir em público ou apoiar monarcas duvidosos não iria ajudá-los, e decidiram criar uma organização secreta que funcionaria pelas sombras e impediria qualquer forma de opressão, corrupção ou brutalidade de se estabelecer no mundo. Foi a origem da Irmandade dos Assassinos.

BiografiaEditar

Ajudando AyaEditar

Em cerca de 48 AEC, Phanos já era um poeta, artista e dramaturgo reconhecido em Alexandria, que também era conhecido por seus atos de revolta e críticas expressivas contra Ptolemeu XIII e suas autoridades. Sua prima, Aya, retornou à cidade para investigar a presença da Ordem dos Anciões, uma misteriosa organização que causou a morte de seu filho Khemu, lá.

Phanos ajudou ela a conseguir informantes, esconderijos e armas, e também introduziu ela a Apolodoro, um poderoso nobre grego e apoiador de Cleópatra que também auxiliou ela na caçada à Ordem, pois considerava a Ordem um obstáculo à paz no Egito e à derrubada de Ptolemeu, que era muito jovem e um completo fantoche da Ordem.

Aya, com a ajuda deles, conseguiu identificar Acteon como um membro da Ordem, e após matá-lo, também identificou Ktesos e matou-o. Infelizmente, ela fez isso descuidadosamente e os Phylakitai liderados por Gennadios, aliados da Ordem, começaram a caçá-la dedicadamente. Phanos e Apolodoro conseguiram um esconderijo para ela, abaixo da Grande Biblioteca de Alexandria.

Combatendo os PhylakitaiEditar

Phanos Bayek

Bayek conhecendo Phanos.

Logo em seguida, o marido de Aya, Bayek, chegou na cidade para reencontrar sua amada e dar continuidade à caçada. Phanos se encontrou com ele e levou ele até o esconderijo de Aya, explicando no caminho a situação que Aya se encontrava e também os métodos brutais e opressivos utilizados por Gennadios e os Phylakitai.

Para eliminar Gennadios e seus tenentes, Bayek colaborou com Phanos, que estava organizando uma apresentação abertamente criticando Ptolemeu e os Phylakitai mas o roteiro foi confiscado por eles e alguns dos atores foram sequestrados. Bayek resgatou os atores, recuperou os roteiros e matou o Phylakitai por trás disso, além de salvar Phanos de uma emboscada armada.

Após isso, Phanos levou Bayek a uma celebração em sua casa, mas um grupo de Phylakitai atacaram eles novamente, dizendo que "Gennadios manda lembranças". Bayek e Phanos conseguiram eliminar os emboscadores, e após isso, Phanos deu a Bayek a lista dos tenentes de Gennadios, e enquanto Bayek matava uns, Phanos matava outros.

Com os tenentes mortos, Bayek finalmente matou Gennadios na Guarnição de Akra e libertou os rebeldes, civis e poetas que estavam presos lá. Após isso, Phanos liderou os poetas e realizou várias peças contra Ptolemeu e as autoridades.

A Origem da IrmandadeEditar

Phanos também apoiou Cleópatra para derrubar Ptolemeu, fazendo isso através de seus poemas, peças e livros. Entretanto, após a Batalha do Nilo, Cleópatra e seu novo aliado, Júlio César, foram influenciados pela Ordem e traíram Bayek, Aya, Phanos e os outros. Com a submissão de Cleópatra e César, o caminho da reconquista do Egito estava aberto para a Ordem.

Reunindo-se em Alexandria, eles decidiram que estava na hora de criar uma real organização para eternamente combater isso: Os Ocultos. Aya, Cassius, Phoxidas e Brutus assassinaram César e Cleópatra, Bayek e Pasherenptah estabeleceram uma sede em Mênfis, Tahira se tornou uma agente de campo e Phanos permaneceu em Alexandria para disseminar os Ocultos.

Personalidade e característicasEditar

Phanos era um homem rebelde e corajoso, que não hesitava nem um pouco ao criar artes polêmicas, criticar abertamente as autoridades e realizar movimentos contra os brutais Phylakitai. Ele também sabia lutar, tendo sobrevivido várias emboscadas de seus inimigos e também assassinado figuras corruptas.

Além disso, ele era leal e carinhoso com seus amigos e famílias, tendo rapidamente ajudado Aya a se estabelecer em Alexandria e Bayek assassinar seus alvos. Com seus poemas, peças e personalidade livre e rebelde, ao mesmo tempo que era sábia e intelectual, Phanos foi uma peça fundamental na formação da identidade dos ideais dos Assassinos.

Aparições em memóriasEditar

ReferênciasEditar

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