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Pasherenptah III (90 AEC - 41 AEC) foi o Sumo Sacerdote de Ptá em Mênfis e um dos primeiros membros dos Ocultos, um grupo que eventualmente se tornaria a Irmandade dos Assassinos.

Vindo de uma longa linhagem de sacerdotes de Ptá, Pasherenptah tornou-se um aliado de Cleópatra, a rainha exilada por seu irmão Ptolemeu XIII, ao descobrir a Ordem dos Anciões e a maldição que um de seus membros, O Lagarto, havia posto sobre Mênfis. Ele ajudou o Medjai Bayek e sua esposa Aya em acabar com a influência do Lagarto e também tornou-se uma peça fundamental na conspiração para derrubar Ptolemeu, um fantoche da Ordem, e restaurar Cleópatra ao trono.

Entretanto, Pasherenptah e os outros foram traídos por Cleópatra e Júlio César depois da derrubada de Ptolemeu, que se tornaram apenas outros fantoches da Ordem. Após esta traição, Pasherenptah e os outros perceberam que agir em público e apoiar monarcas duvidosos não iria ajudá-los e o povo, e decidiram criar uma organização secreta que trabalharia pelas sombras para combater a opressão e a corrupção. Foi a origem da Irmandade dos Assassinos.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Nascido em Mênfis como o filho de Pedubast III, o Sumo Sacerdote de Ptá, Pasherenptah vinha de uma longa linhagem de sacerdotes de Ptá e seguiu os passos de sua família, eventualmente tornando-se o novo Sumo Sacerdote com apenas 14 anos de idade, devido à morte natural de seu pai. Como o novo Sumo Sacerdote, Pasherenptah, embora sua idade, conseguiu manter a ordem em Mênfis e ajudar os pobres e indefesos.

Entre seus feitos, ele foi importante na realização do Festival Heb-Sed, uma comemoração em honra do Faraó, em Mênfis, e na realização de um ritual em honra da deusa Ísis em Alexandria. Ele também foi responsável por acomodar o Faraó Ptolemeu XII Auleta durante uma de suas grandes visitas a Mênfis.

Em 58 AEC, aos 29 anos, ele conheceu Taimhotep, uma garota de uma família nobre, e se casou com ela, buscando um herdeiro para a posição de Sumo Sacerdote. Ele teve três filhas em sucessão, mas Taimhotep parecia não conseguir dar um filho a ele, sofrendo vários abortos, doenças e outras coisas misteriosas. Seguindo isso, uma maldição pareceu cair sobre Mênfis, o ar ficou podre, os crocodilos ficaram agressivos, a comida ficou estragada, crianças começaram a desaparecer e o sagrado Touro Ápis contraiu uma doença incurável.

Combatendo a OrdemEditar

Reunião Cleópatra

Pasherenptah e os demais na reunião com Cleópatra.

Ao investigar mais os acontecimentos estranhos em Mênfis, Pasherenptah eventualmente descobriu a existência da misteriosa Ordem dos Anciões, cujo membro conhecido como O Lagarto estava no comando da incapacitação de Mênfis. Contatando Apolodoro, um aliado de Cleópatra que possuía conexões por todo o Egito, Pasherenptah confirmou suas suspeitas e decidiu aliar-se a Cleópatra para derrubar o tirano Ptolemeu XIII, fantoche da Ordem.

Ele atendeu a reunião com os outros aliados na propriedade em 48 AEC, onde Pasherenptah, Apolodoro e Cleópatra informaram Bayek e Aya sobre a Ordem e sua influência por todo o Egito, citando o Lagarto no processo. Algum tempo depois, Bayek se encontrou com Pasherenptah em Mênfis, que deu a ele uma lista de informações contra o Lagarto e sugeriu que ele fosse falar com Taimhotep, que estava na casa do Vidente falando sobre o filho não-nascido deles.

Cleópatra discurso

Cleópatra dando seu discurso, observada por Pasherenptah.

Bayek fez o que pôde para eliminar subordinados do Lagarto, acabar com certos planos dele e enfraquecer a influência sombria dele sobre a cidade, além de ter ajudado Taimhotep a realizar um ritual para assegurar a segurança do filho ao nascer. Investigando a doença do Touro com Aya, Bayek descobriu a fonte e também impediu-a, descobrindo no processo que o Lagarto era um sacerdote de Anúbis que vestia uma manta azul e tinha uma forte tosse, que Pasherenptah identificou como Hetepi.

Ao mesmo tempo, Cleópatra chegou em Mênfis para ganhar o apoio da população local, com a ajuda de Pasherenptah. Enquanto Bayek ia caçar e eliminar o traidor Hetepi, Pasherenptah e Aya ficaram para trás para proteger Cleópatra enquanto ela fazia um discurso. Alguns dias depois, com Mênfis libertada e livre da maldição, Pasherenptah conseguiu fazer o Festival de Ápis acontecer, com o Touro e sua esposa saudáveis.

A Origem da IrmandadeEditar

Infelizmente, em 47 AEC, Cleópatra e seu novo aliado, Júlio César, traíram Bayek, Pasherenptah e os outros ao se aliarem com a Ordem para assegurar o domínio deles. Desesperados, eles se encontraram em Alexandria para discutir o que fazer agora, e Bayek deu um discurso dizendo que, mesmo com tantas diferenças entre si, todos eles haviam revelado um espírito corajoso e de liberdade para combater a opressão da Ordem e de seus fantoches, mas também foram descuidados, e declarou que eles deveriam agora trabalhar pelas sombras, assegurando que a corrupção, opressão e brutalidade nunca mais atingissem o povo e os indefesos. Assim foram fundados os Ocultos.

Todos concordaram, inclusive Pasherenptah, e após isso os dois líderes da Ordem: Flavius Metellus, foi assassinado por Bayek, e Lucius Septimius, foi assassinado por Aya, Brutus e Cassius, juntamente com César e em breve Cleópatra. Eles trabalharam para estabelecer uma sede em Mênfis e em Roma, criando uma presença permanente na região para combater a Ordem. Pasherenptah permaneceu em Mênfis como o Sumo Sacerdote e usou de sua posição para servir aos Ocultos e proteger todos na cidade.

Além disso, Pasherenptah e Taimhotep finalmente conseguiram dar a luz ao herdeiro dele, Imhotep-Pedubast, em 46 AEC. Pasherenptah faleceu feliz em 41 AEC.

Personalidade e característicasEditar

Pasherenptah e Bayek

Pasherenptah desabafando a Bayek.

Pasherenptah, diferente de muitos dos outros sumos sacerdotes e homens privilegiados do Egito, era um homem honesto e leal, que ligava para o povo, para sua família, para sua cidade e para sua nação. Ele também, diferente de outros sacerdotes como Medunamun e Sehetep, não usava a fé para servir seus próprios interesses, tendo muito respeito e preocupação pelo Templo e pelo sagrado Touro Ápis. Ele também era um administrador e burocrata habilidoso, conseguindo ter uma ideia de tudo em Mênfis e recuperando a maioria dos problemas trazidos pela maldição do Lagarto.

Além disso, ele também era um homem de família, se preocupando demasiadamente com sua esposa e filhos. A doença de sua esposa e infertilidade que não o dava um herdeiro fizeram Pasherenptah ficar paranoico, desesperado e quase desistir de lutar pelo povo, mas com a ajuda de Bayek, ele conseguiu se erguer e combater seus demônios e a maldição em Mênfis.

Aparições em memóriasEditar

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ReferênciasEditar

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