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"Você está interferindo nos assuntos da Ordem, a Ordem é maior do que Roma. É bom estar com os vencedores, a história é escrita por nós!"
―Septimius, em sua luta final contra Aya.[src]

Lucius Septimius (década de 90 AEC - 44 AEC), também conhecido como O Chacal, foi o líder dos Gabiniani em Alexandria e um dos membros de alto escalão da Ordem dos Anciões. Ele é lembrado na História como o principal assassino do general romano Pompeu em 48 AEC.

Enquanto Septimius e Potino controlavam o lado ptolemaico da guerra, Flavius Metellus controlava o lado romano, e deste modo a Ordem poderia obter sucesso com a vitória de qualquer um. Após a derrota de Ptolemeu XIII, Septimius foi perdoado por Júlio César, influenciado por Flavius, e junto com Flavius foi a Siuá para descobrir os segredos das relíquias antigas.

Após os acontecimentos em Siuá, Septimius viajou de volta para Roma com César para garantir que o ditador romano ficasse sob seu controle, o que ele conseguiu facilmente. Em 44 AEC, no dia do assassinato de César, Septimius foi derrotado e morto por Aya, que ajudou a matar César logo em seguida.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Nascido em algum lugar da República Romana na década de 90 AEC, Septimius juntou-se ao exército ainda jovem e participou da guerra do general Pompeu contra a pirataria no Mar Mediterrâneo em 67 AEC. Ele também estava presente quando o comandante Aulo Gabínio colocou Ptolemeu XII de volta no trono egípcio, e permaneceu na região como parte de uma guarnição romana conhecida como os Gabiniani, com o objetivo de proteger a Dinastia Ptolemaica contra seus inimigos.

Em algum ano nesta época, Septimius juntou-se à misteriosa Ordem dos Anciões, um grupo secreto formado por figuras políticas, militares e religiosas poderosas com o objetivo de controlar a sociedade pelas sombras. Ao longo dos anos, Septimius subiu na cadeia alimentar da Ordem até tornar-se um de seus líderes, junto do comandante romano Flavius Metellus e do regente ptolemaico Potino.

Ordem Câmara

Septimius e os demais interrogando Bayek.

Septimius estava presente junto com Flavius, Potino e Medunamun quando eles encontraram uma câmara antiga abaixo do Templo de Ámon em Siuá. Desejando descobrir os segredos contidos nela, eles sequestraram o Medjai local, Bayek, e seu filho pequeno Khemu. Quando Bayek reagiu, Flavius matou Khemu e feriu Bayek gravemente. Interrompidos pela chegada de Ptolemeu, eles tiveram que sair da Câmara.

Guerra Civil AlexandrinaEditar

Um ano depois, Bayek e sua esposa Aya estavam caçando efetivamente todos os membros da Ordem, ao mesmo tempo em que trabalhavam para derrubar o fantoche Ptolemeu e restaurar a aliada deles, Cleópatra, ao trono. Vendo isso, Septimius planejou uma tentativa de assassinato contra Cleópatra em Herakleion, enviando seus dois tenentes, Venator e Livius, para encabeçar a operação.

Entretanto, Bayek e Aya impediram o assassinato, e Cleópatra decidiu que estava na hora de se reunir com Pompeu, antigo general de Septimius, e tomar Alexandria de uma vez por todas. Mas Septimius, prevendo isso, matou Pompeu e trouxe sua cabeça a Ptolemeu para tentar agradar o general Júlio César, grande inimigo de Pompeu. O plano de Septimius estava funcionando até Cleópatra aparecer inesperadamente no Palácio e impressionar César, convencendo o romano de que ela era mais habilidosa que seu irmão.

Batalha do Nilo 2

Bayek enfrentando Septimius.

Tomando medidas mais drásticas, Septimius capturou alguns dos emissários romanos de César e interrogou eles para ganhar informações sobre Cleópatra e mandar uma mensagem para o general. A maioria dos emissários não falou, e Septimius estava executando um a um antes de Potino, bem mais moderado que ele, chegar e dizer que Flavius havia dito que Cleópatra estava no porto. Septimius então espalhou suas tropas ao redor do Pharos e mandou os trirremes militares chegarem.

Aya conseguiu alertar as tropas romanas e impedir o cerco ao acender uma luz verde no Pharos. Uma batalha sangrenta tomou conta de Alexandria e da região do delta do Nilo, e Septimius e Potino lideraram as tropas ptolemaicas contra as tropas romanas de César.

Potino acabou morto por Bayek, que logo em seguida confrontou Septimius em um vilarejo destruído, e uma luta difícil aconteceu entre os dois. Bayek conseguiu incapacitar Septimius e começou a espancá-lo incessavelmente, mas foi aproximado por César e Flavius, que o impediram de matar Septimius pois ele era romano e deveria ser julgado por romanos. Isto significou a liberdade de Septimius, que efetivamente mudou de lado.

Descobrindo os segredos da CâmaraEditar

Após esta vitória, em 47 AEC, Flavius e Septimius emboscaram Apolodoro, um aliado de Bayek e Aya, na tumba de Alexandre o Grande e tiraram a misteriosa relíquia esférica dele, abandonando ele fatalmente ferido na tumba. Com a relíquia em mãos, os dois viajaram para Siuá com um efetivo romano para finalmente descobrir os segredos da Câmara. Eles também pegaram o cetro de Alexandre.

Em Siuá, as tropas romanas arrasaram o vilarejo, deixando casas arruinadas, vários mortos e dúzias de feridos. Na Câmara, eles conseguiram abrir o local usando a Maçã e o Cetro e descobriram os segredos contidos lá, e Septimius adquiriu uma Peça do Éden desconhecida e a colocou em sua clava de corrente para melhorar drasticamente a arma.

Após isso, Flavius permaneceu no Egito, em Cirenaica, para administrar a dominação total do país, enquanto Septimius viajou de volta para Roma com César para garantir a obediência do mesmo com os interesses da Ordem. Ele também deu o Cajado de Alexandre para os outros membros da Ordem localizados em Roma.

MorteEditar

Três anos depois, em 15 de março de 44 AEC, Septimius conversou com César ao lado do Fórum Romano sobre os senadores que estavam ficando cada vez mais agressivos e rebeldes, em especial Marcus Junius Brutus e Gaius Cassius Longinus. Septimius ofereceu ser o "lobo" no senado para pôr tudo em ordem, e César concedeu a ele esse poder.

Aya Mata Septimius

Aya matando Septimius.

Antes que Septimius pudesse entrar no Fórum entretanto, ele foi confrontado por Aya, que havia chegado para eliminar ele e César. Os dois lutaram continuamente, com Septimius usando sua clava modificada, mas Aya conseguiu superá-lo e feriu o Gabiniani fatalmente com sua Lâmina Oculta.

Em seus últimos momentos, Septimius zombou de Aya por ela estar buscando apenas simples vingança, e assegurou ela que ela nunca recuperaria o Cajado de seus companheiros. Ele então afirmou orgulhosamente que tudo o que ele fez ajudaria Roma, Grécia e Egito a tornarem-se lugares melhores, dizendo que seria recompensado com uma eternidade de glória e diversão com seus companheiros. Aya então declarou que a única coisa que ele será recompensado é o esquecimento, e então cortou a garganta dele.

Personalidade e característicasEditar

César: "O Senado não se curvará tão facilmente."
Septimius: "Aquele parlamento de galinhas? Me deixe ser seu lobo."
―Septimius convencendo César a deixá-lo eliminar os inimigos políticos da Ordem.

Ao mesmo tempo que era arrogante, orgulhoso e bostejante, Septimius era também frio, calculista e tático, tendo conseguido tornar-se um dos membros mais prestigiados da Ordem e o comandante dos Gabiniani. Ele também era bem persuasivo, tendo conseguido distrair Pompeu e matá-lo facilmente, persuadir César a deixá-lo limpar o Senado dos inimigos da Ordem e tendo conseguido se livrar de suas afiliações ptolemaicas e ser perdoado pelos romanos.

Entre os líderes da Ordem, Septimius não era tão radical e cruel quanto Flavius, mas também não era tão paciente e calmo quanto Potino. Nos eventos trágicos em Siuá que levaram à morte de Khemu, Septimius pareceu não esperar o ato brusco de Flavius, mas também não estava defendendo Bayek, ao contrário de Potino. Durante o cerco de Alexandria, Septimius desejava usar a tortura para extrair informações dos soldados romanos, enquanto Potino queria métodos mais amenos.

Além disso, ele era um líder, militar e estrategista habilidoso, tendo conseguido formular um plano detalhado e tático para assassinar Cleópatra em Herakleion, que só falhou por causa de Bayek. No cerco de Alexandria e na batalha do Nilo, Septimius conseguiu mostrar-se um líder militar habilidoso, mesmo com a derrota das forças ptolemaicas devido ao maior efetivo e armamento romano.

Equipamentos e habilidadesEditar

Septimius era um guerreiro formidável e resistente, que costumava usar uma grande clava em uma corrente contra seus inimigos, junto com um escudo torre para se defender. Após abrir a câmara em Siuá, Septimius melhorou sua clava mais ainda com um fragmento do Éden desconhecido, que ele colocou na corrente. Ele também parecia saber torturar alguém facilmente, como mostrado com os emissários de César.

Ele usava uma armadura dourada e um grande casaco marrom de pele como vestimenta, além de um capacete dourado que deixava apenas uma pequena parte de seu rosto visível. Ele também possuía uma longa capa azul. As roupas usadas por Septimius provam que ele é um homem poderoso e forte.

Aparições em memóriasEditar

ReferênciasEditar

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