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Laureano de Torres y Ayala (1645 - 1722) foi o governador de Cuba e o Grão-mestre dos Templários Caribenhos durante a [[Era de Ouro da Pirataria. Durante seu tempo como Grão-mestre, Torres estava dedicado a encontrar O Observatório, um mecanismo da Primeira Civilização e usar-lo para os objetivos dos templários.

BiografiaEditar

PassadoEditar

Os pais de Laureano eram Tomás de Torres y Ayala e Elvira de Quadros Castellano, dois influentes nobres espanhóis. Ele nasceu em Havana, Cuba em 1645, mas cresceu em Madrid, Espanha.

Durante sua juventude, Torres se juntou ao Exercito Espanhol e se tornou um templário quando tinha vinte e poucos anos. O concílio templário atribuiu-lhe a tarefa de encontrar o Observatório. Em 1673, Torres contatou o Sábio Thom Kavanagh, um empregado de Peter Beckford.

Torres tentou falar com Kavanagh, mas um grupo de assassinos o atacou antes que pudesse. Devido as fortes conexões templárias, Torres tornou-se governador dos territórios espanhóis na Flórida, um titulo que ele usou de 1693 até 1699. Ele depois retornou à Europa para participar da Guerra da Sucessão Espanhola.

Em 1708, Torres tornou-se governador de Cuba, mas foi deposto em 1711 com acusações de corrupção. Essas acusações foram logo desconsideradas, e Torres tornou-se governador outra vez. Durante seu mandato como governador, ele fortificou as defesas de Havana e deu início à produção de tabaco.

Durante esse tempo, ele contratou o brutamontes El Tiburón como seu guarda-costas pessoal.

Procurando o ObservatórioEditar

Torres continuou sua procura pelo Observatório e em 1715, foi contatado pelo assassino traiçoeiro Duncan Walpole. Walpole desejava juntar-se aos templários e desertar os assassinos, admitindo que tudo que queria era riqueza e glória. Usando a ganância de Walpole como sua vantagem, Torres organizou um encontro com Walpole em Havana em 1715, onde o desertante devia trazer um mapa das sucursais e um frasco de sangue para Torres.

Tramando junto com os templários Woodes Rogers e Julien du Casse para usar o sábio Bartholomew Roberts para localizar o Observatório, Torres desejava controlar os Impérios e potências Europeias.

Infelizmente para os templários, Walpole foi morto pelo pirata Edward Kenway apenas semanas antes do encontro, que então roubou a identidade to traidor e foi até o encontro ele mesmo. Edward conseguiu entregar os objetos de Walpole para Torres, e o Grão-mestre (sem saber que Edward estava enganando-o) introduziu ele, du Casse e Rogers ao Rito Caribenho.

Na manhã seguinte, eles se encontraram nas docas de Havana onde Roberts estava sendo mantido prisioneiro. Torres e os templários foram atacados por assassinos enquanto estavam escoltando Roberts para a mansão de Torres, mas eles conseguiram neutralizar os atacantes. Edward não estava satisfeito com a recompensa que Torres lhe deu, e decidiu falar com Roberts para ter um ganho maior.

Roberts conseguiu fugir antes que Edward chegasse em sua cela, e Torres finalmente descobriu que Edward o estava enganando desde o início. Torres então enviou Edward à Espanha em uma frota de tesouro, mas Kenway conseguiu escapar e tomou um brigue chamado Gralha consigo.

Caçando RobertsEditar

Torres entrou em contato com o mercador de escravos, Laurens Prins, para pedir ajuda em localizar Roberts. Eles não tiveram sucesso entretanto, e Torres também se aposentou do titulo de governador de Cuba em 1716.

No começo de 1717, Prins contatou Torres e disse ao Grão-mestre que ele tinha Roberts em sua possessão e pediu um resgate pelo sábio. Torres coletou uma apropriada quantidade de ouro e navegou até Kingston, parando em Punta Guarico no meio do caminho. Em Punta Guarico, Torres foi cercado por Kenway e vários piratas, que haviam descobrido da presença de ouro no forte.

Ao invés de simplesmente pegar o tesouro e ir embora, Edward decidiu usar Torres como uma isca para localizar o Roberts. Chegando em Kingston, Torres então encontrou-se com Prins e discutiu assuntos políticos, militares e econômicos durante uma caminhada. Eles pararam quando Torres tentou convencer Prins a vender Roberts, mas antes de qualquer coisa Prins notou a presença de Kenway e da assassina Mary Read e mandou seus guardas os matarem.

Prins foi posteriormente assassinado, mas Roberts conseguiu fugir. Dois anos depois, em 1719, Torres se encontrou com Rogers e com o novo templário Benjamin Hornigold para discutir um plano para localizar o Sábio. Hornigold então enviou seus dois homens, John Cockram e Josiah Burgess para Principe para localizar e recuperar Roberts. Durante esse encontro, Torres também recebeu dos templários o sangue deles como um símbolo de obediência, embora tenha depositado o sangue de um dublê no frasco dele.

MorteEditar

Após a morte de Roberts e o roubo da caveira que operava o Observatório por Kenway, Torres finalmente aprendeu que a localização do Observatório era a ilha de Long Bay na Jamaica, Torres liderou uma expedição para localizar o dispositivo mágico.

Para atrasar a perseguição feita pelos assassinos e o novo assassino Edward Kenway (que após perder quase tudo, finalmente entendeu o significado do Credo) Torres ordenou que El Tiburón ficasse em Havana junto com seu dublê.

Kenway então matou o dublê de Torres e depois derrotou El Tiburón em uma luta mortal, matando o carrasco. Nesse tempo, Torres estava massacrando os nativos da ilha que ficassem em seu caminho, e alguns dos nativos foram capturados por suas tropas.

Edward então confrontou Torres, que estava tentando desesperadamente controlar o Observatório. Já que Edward tinha a caveira, Torres acidentalmente liberou um raio sobrenatural na caverna, desintegrando todos os seus homens. Kenway conseguiu se esquivar do raio, e escalou em uma das pedras flutuantes por causa do Observatório e saltou sobre Torres, empalando o Grão-mestre com sua Lâmina Oculta.

Em suas ultimas palavras, Torres disse a Kenway que ele usa as convicções de maneira certa e que elas combinam com ele.

Últimas PalavrasEditar

  • Torres: Capitão Kenway. Sempre será uma pedra no meu caminho. Minha morte te satisfaz?
  • Edward: Só estou terminando um trabalho, Torres. Assim como vocês fariam comigo.
  • Torres: Assim como FIZEMOS, creio eu. Tu não tens mais família, amigos, futuro. Tuas pedras foram bem maiores que as nossas.
  • Edward: Pode ser. Mas matá-lo corrige um mal muito maior do que eu jamais causei.
  • Torres: Tu realmente acreditas nisso?
  • Edward: Por ti, a humanidade viveria cativa em uma prisão mobiliada, segura e sóbria, ainda que fátua além do imaginável e livre de qualquer vitalidade. Sim... com tudo que vi e aprendi nesses anos, acredito nisso.
  • Torres: Veste bem tuas convicções. Elas te são apropriadas...

ReferênciaEditar

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