Assassin's Creed Wiki
Advertisement
Assassin's Creed Wiki
Íconedeera-Indivíduos


Logopequenodawikipédia
"Com isso [...] um pobre carpinteiro transformou água em vinho."
―Al Mualim, sobre o uso de uma Maçã do Éden por Jesus, 1191.[src]-[m]

Jesus de Nazaré (c. 4 AEC – c. 30/33 EC) foi um pregador e carpinteiro judeu do século I que é a figura central do cristianismo. Seus crentes, chamados de cristãos, o veem como o Cristo e o Messias predito no Antigo Testamento, acreditando que ele é o "Filho de Deus" que se sacrificou para limpar os pecados de toda a humanidade antes de ser ressuscitado dos mortos e ascender ao Céu. Por esse motivo, ele é comumente referido como Jesus Cristo.

Os primeiros cristãos escreveram sua vida e ensinamentos como o Novo Testamento. Descobriu-se que seus poderes milagrosos se deviam ao fato de possuir tecnologia antiga da Primeira Civilização, incluindo um Sudário do Éden.

Biografia[]

Em um ponto de sua vida, Jesus entrou em contato com uma Peça do Éden conhecida como Sudário.[1] Ele também supostamente em uma ocasião transformou água em vinho.[2]

No entanto, a Ordem dos Anciões percebeu seus muitos seguidores e investigou esses grupos, bem como os milagres realizados por Jesus. Depois de ser traído por Judas Iscariotes, um de seus discípulos, Jesus foi preso pelos romanos sob o controle da Ordem. Ele foi torturado e depois crucificado no Monte Gólgota, em Jerusalém, enquanto a Ordem tomava o Sudário para si.[1] Acredita-se que um homem conhecido apenas como "o Andarilho" tenha encontrado Jesus em seu caminho para o Gólgota, embora todas as referências a ele não sejam confiáveis.[3]

Após a crucificação, os discípulos de Jesus conseguiram recuperar o Santo Sudário para tentar tratar seu mestre e trazê-lo de volta à vida.[4] Inúmeras tentativas foram feitas, mas todas foram inúteis.[nota 1]

Legado e influência[]

Após a morte de Jesus, seus discípulos espalharam seus ensinamentos pela Ásia Ocidental e pelo Império Romano, desenvolvendo uma nova religião: o cristianismo. Os cristãos foram perseguidos intermitentemente pelos imperadores romanos, até que o Imperador Constantino I interrompeu a perseguição e tornou o cristianismo a principal religião do império.[5] No local onde Jesus foi crucificado e sepultado foi construída uma igreja, tornando-se um importante local de peregrinação.[6]

Mesmo após a queda do Império Romano Ocidental, o cristianismo permaneceu uma religião importante no mundo mediterrâneo. Em Roma, o bispo da cidade tornou-se uma pessoa influente na política europeia, assumindo o título de Papa e governando seu próprio Estado. A influência dos papas foi ampliada por três Peças do Éden em sua posse: o Báculo do Éden e duas das três pontas do Tridente do Éden.[7] Muitas igrejas, monastérios e basílicas foram fundados pela Europa como influência do crescimento da Igreja. Durante o século X, a Dinamarca foi convertida pelo bispo Poppa ao cristianismo usando uma ponta do Tridente.[8] À medida que a rivalidade entre os papas e os imperadores bizantinos aumentava, o cristianismo experimentou um grande cisma em 1054 entre a Igreja Católica, liderada pelo Papa em Roma, e a Igreja Ortodoxa, espalhada no Império Bizantino e na Rússia.

Durante a Idade Média, os reinos cristãos entraram em guerras santas contra os califados islâmicos. Entre esses conflitos estavam as cruzadas, por meio das quais os cruzados tentaram retomar Jerusalém e o Santo Sepulcro dos seljúcidas e, mais tarde, da dinastia aiúbida e dos mamelucos.[6] Em 1204, durante a quarta cruzada, os cruzados tomaram Constantinopla dos bizantinos e fundaram um Império Católico Latino.[9] A coroa de espinhos supostamente usada por Jesus estava na posse do último Imperador Latino Balduíno II. Em 1238, ele vendeu a coroa ao Rei Luís IX de França, que a guardou na Sainte-Chapelle em Paris.[10] Após a restauração do Império Bizantino, Constantinopla foi eventualmente conquistada pelo Império Otomano em 1453, encerrando o reinado de Constantino XI Paleólogo. Mesmo que a religião oficial se tornasse o islamismo sob os turcos e a Basílica Santa Sofia fosse transformada em uma mesquita, a Igreja Ortodoxa foi autorizada a permanecer na cidade sob o comando do Patriarca Ecumênico de Constantinopla.[11]

Outro desses conflitos foi a Reconquista, quando os reis espanhóis retomaram os territórios conquistados pelo exército muçulmano durante o século VIII. A guerra entre católicos e muçulmanos terminou com a tomada de Granada pelas forças espanholas. Com a instalação da Inquisição Espanhola, quaisquer outras religiões que não a católica foram consideradas hereges e punidas com a morte na Espanha e posteriormente em Portugal.[12][13]

Durante a Renascença Italiana, Jesus e outras figuras cristãs foram os principais temas artísticos desse período. Muitos artistas como Leonardo da Vinci, Michelangelo e Raphael pintaram eventos da Bíblia como a Adoração dos Magos ou a ressurreição de Cristo.[7] Também aconteceram produções teatrais de sua vida, com Jesus sendo interpretado pelo ator Pietro Rossi em uma delas.[5]

No final do século XV, alguns clérigos criticaram a Igreja Católica por seu luxo e querer reformar a vida social. Entre 1494 e 1498, o monge Girolamo Savonarola, com uma Maçã do Éden, assumiu o controle da cidade de Florença, estabelecendo a Fogueira das Vaidades para purgar a cidade de suas artes e objetos luxuosos.[7] Em 1517, o padre alemão Martinho Lutero, inspirado nos escritos de Savonarola, criticou o fato para pagar a absolvição dos pecados. Ele foi excomungado pela Igreja, mas suas novas visões da religião criaram um novo ramo do cristianismo na Europa: o protestantismo.[14] Essa separação criou conflitos entre os reinos que permaneceram católicos e os que adotaram o protestantismo. Na Inglaterra, a Rainha Maria I perseguiu os protestantes antes que sua meia-irmã Isabel I tomasse a coroa e restabelecesse a fé protestante. Os mesmos eventos ocorreram na França durante o que ficou conhecido como Guerra da Religião. O Rei Henrique IV de França se converteu ao catolicismo para estabilizar seu reino.[15]

Com as explorações e colonizações europeias, o cristianismo alcançou os outros continentes durante o século XVI. Na Ásia, principalmente China, Japão e Índia, o catolicismo se expandiu com o Império Português e a Companhia de Jesus.[16] Nas Américas, o Império Francês e Espanhol desenvolveu o catolicismo em suas colônias, enquanto o Império Britânico e a República Holandesa espalharam o protestantismo.[17] Apesar do cristianismo ter se expandido pelo mundo, sua legitimidade na criação do Mundo foi questionada com o desenvolvimento da Ciência. O astrônomo Nicolau Copérnico apresentou o primeiro modelo correto do heliocentrismo[5] e o naturalista Charles Darwin publicou muitos escritos sobre a Teoria da Evolução.[18] A contestação do cristianismo também pode tomar um rumo radical, como durante a Revolução Francesa, quando os revolucionários lideraram uma política de descristianização, destruindo igrejas e basílicas, como em Saint-Denis.[19]

O Sudário usado para curar Jesus foi mais tarde considerado uma relíquia sagrada. Em meados do século XIV, o Templário francês Geoffroy de Charny estava de posse de um Sudário que supostamente era o mesmo usado em Jesus, antes que a Irmandade Italiana dos Assassinos o roubasse dele em 1356. O Sudário foi escondido por Renato Auditore sob sua Villa em Monteriggioni, antes que seu descendente Mario o deslocasse para Agnadello em 1454. O Sudário foi levado por Niccolò di Pitigliano durante a Batalha de Agnadello em 1509, mas um ano depois foi levado de volta pelo Assassino Francesco Vecellio. Durante o século XX, a família Baguttiani de Milão estava de posse do Sudário. No dia de Natal de 1944, o agente Templário Keith Scipione comprou o Sudário dos Baguttiani para a Abstergo Industries, a fachada pública da Ordem dos Templários.[20] Foi usado pelo Templário Álvaro Gramática para o Projeto Fênix antes de ser destruído em 2014.[18]

Bastidores[]

No cenário de Assassin's Creed IV: Black Flag durante a chamada Era de Ouro da Pirataria, vários indivíduos usam o "Jaysus" específico do período como uma profanidade moderada; Jaysus era uma grafia popular do nome "Jesus" durante os séculos XVII e XVIII.

Aparições[]

Notas[]

  1. Embora vários livros religiosos narrem a ressurreição de Jesus como um fato, no universo de Assassin's Creed isso não pode ser corroborado, uma vez que os Sudários do Éden não podem trazer o falecido de volta à vida.

Referências[]

LogobrancodoAnimus Uma galeria de imagens está disponível para
Jesus Cristo
Advertisement