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Jacques Bernard de Molay (Tiago de Molay, em português; 1244 – 1314) foi o último publicamente reconhecido Grão-Mestre da Ordem dos Templários, e um Sábio.[2] Após a sua execução, os Templários foram dissolvidos como uma ordem de cavalaria oficial, e foram forçados a operar como uma organização secreta.

Biografia[]

Início da vida[]

Jacques nasceu em 1244 na cidade de Molay na França, como uma reencarnação do Isu Aita. Em 1265, ele foi induzido na Ordem dos Cavaleiros Templários em Beaune. Após a queda do Acre, os Templários se reuniram em Cyprus em 1291. Em 1292, de Molay foi eleito Grão-Mestre da Ordem, liderando os Templários e trazendo a Ordem a uma era de poder e sabedoria. Por volta desse tempo, de Molay possuía um Sudário do Éden que depois caiu na possessão de outro templário francês, Geoffrey de Charny. Em 1305, o Papa Clemente V perguntou aos líderes de várias ordens militares sobre a opinião deles de uma nova Cruzada e a união de todas as ordens sob uma só. Enquanto de Molay se opôs a essa união, o rei Filipe IV de França favoreceu ela, querendo que essa Ordem ficasse sob o comando dele. De Molay também escreveu o Codex Pater Intellectus. Com os Templários ficando ricos por causa de seus membros banqueiros, ele declarou que os Templários deviam controlar a humanidade por meio da classe média e do capitalismo, ao invés da monarquia e aristocracia.

Captura e execução[]

Em 1307, os Assassinos, com a ajuda do Rei Filipe IV enfraqueceram os Templários e prenderam ou assassinaram muitos dos membros importantes da Ordem. O quartel-general dos Templários no Templo de Paris foi atacado por Assassinos disfarçados como Mercenários, liderados por Esquieu de Floyrac e Thomas de Carneillon. Durante a batalha, de Molay liderou a defesa do Templo enquanto seu conselheiro escondia uma das Espadas do Éden e seu Codex. Com o fim da batalha, de Molay foi preso e seu conselheiro assassinado por de Carneillon. Como um resultado desse ataque, praticamente todos os Templários Franceses foram presos e todas as riquezas da Ordem foram dadas aos Cavaleiros Hospitalários. Com muitas falsas e verdadeiras acusações contra ele declaradas, de Molay entendeu que os Templários precisavam sobreviver como uma organização secreta, e fez o sacrifício definitivo em nome da Ordem. Ele enviou nove de seus confidentes mais confiados pela França para restaurar a Ordem como uma organização secreta, antes de ser queimado vivo na Fogueira Santa pelo Papa Clemente V e o Rei Filipe IV da França. Seu sacrifício fez com que os membros restantes da Ordem sobrevivessem, e seus inimigos acharam que os Templários estavam mortos de vez.

Legado[]

No fim do século XVIII, uma descendente de Jacques, Anne de Molay, assassinou dois dos descendentes dos carrascos de Jacques. Ela falhou em assassinar o terceiro, o que fez com que o Mestre Assassino Arno Dorian entregasse ela a polícia parisiense. Em 2001, foi descoberto no Vaticano um documento que absolvia de Molay de todas suas acusações falsas por Clemente V.

Curiosidades[]

  • Ao contrário de outros Sábios conhecidos, Jacques de Molay não pareceu ser afetado com a heterocromia. No entanto, este foi, provavelmente, um descuido da equipe de desenvolvimento.[2]
  • Jacques de Molay é reverenciado como um herói entre os Templários, semelhante a Altaïr Ibn-La'Ahad entre os Assassinos.
  • No mundo real, há uma ordem que leva o nome de Jacques de Molay conhecida como Ordem DeMolay, que foi criada em 1919.

Referências[]

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