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"As massas são o rebanho dos deuses, conduzido pelo açoite do pastor. Você não é diferente, Bayek."
―Hetepi para Bayek.[src]

Hetepi (década de 90 AEC - 48 AEC), também conhecido como O Lagarto, foi um sacerdote de alto-escalão no Grande Templo de Ptá em Mênfis, servindo como um dos cinco sacerdotes principais de Anúbis, e um membro da Ordem dos Anciões, uma organização secreta que buscava controlar o Egito e instaurar uma Nova Ordem Mundial.

Insatisfeito e decepcionado com o estado de Mênfis, Hetepi construiu uma enorme rede de informantes, assassinos, fantoches, mercenários e figuras corruptas na cidade e usou-as para lançar uma suposta maldição sobre a cidade, fazendo com que o ar fedesse à morte, os crocodilos ficaram mais agressivos, a comida estragou, as múmias estavam em má-qualidade, crianças desapareciam nas ruas, o Touro Ápis sofria de uma incapacitante doença e a esposa do Sumo Sacerdote estava infértil.

BiografiaEditar

A maldição sobre MênfisEditar

Em algum momento antes da década de 50 AEC, Hetepi tornou-se um dos cinco principais sacerdotes de Anúbis no Grande Templo de Ptá em Mênfis, e com o tempo ganhou a confiança e respeito do Sumo Sacerdote Pasherenptah, tornando-se um de seus conselheiros mais próximos. Entretanto, Hetepi estava começando a ficar furioso com a situação de Mênfis que, segundo ele, ia contra as tradições egípcias e precisava ser revertida à glória. Foi nessa época que ele juntou-se à Ordem dos Anciões, um grupo secreto formado pelas figuras políticas, religiosas e militares mais influentes do Egito.

Decidindo que eram precisos métodos extremos para salvar Mênfis, Hetepi organizou intricadamente e habilmente uma suposta maldição para punir a cidade, contratando mercenários para jogarem cadáveres nos canais e rios, chantageando o Embalsador Chefe para sabotar o natrão usado na mumificação, aliando-se à mercadora e escravocrata Gaia e arranjando para que os guardas envenenassem alguns dos alimentos destinados à alta-classe de Mênfis.

Além disso, ele organizou o sequestro de Panchrates, o irmão das sacerdotistas gêmeas do Templo, e usou ele para chantageá-las e forçar as duas à envenenarem o sagrado Touro Ápis. Através de comida estragada, veneno, má-fé e pressão moral, Hetepi fez com que a esposa de Pasherenptah, Taimhotep, sofresse vários abortos para frustrar o Sumo Sacerdote e desacreditá-lo. Os guardas também ficaram mais agressivos e brutais, e o crime na cidade aumentou drasticamente.

MorteEditar

Bayek: "Vontade é o que me conduz, não o medo."
Hetepi: "E quem brande o açoite contra suas costas? Quem exige que corrompa seu ka com minha morte?"
―Bayek e Hetepi, nos últimos momentos dele.[src]

Em 48 AEC, Bayek, que estava buscando vingança contra a Ordem pela morte de seu filho Khemu, chegou em Mênfis para caçar O Lagarto e acabar com a maldição que ele havia jogado na cidade. Colaborando com Pasherenptah e várias outras pessoas que estavam preocupadas com a situação, Bayek conseguiu desmantelar o sistema de conexões de Hetepi e libertando a cidade da cruel maldição. Ele também resgatou Panchrates e salvou Ápis, além de ajudar Taimhotep a garantir a chegada de seu próximo filho.

Preocupado com o que fazer agora, Hetepi foi, junto com os outros quatro sacerdotes de Anúbis, ao Templo para conduzir os ritos dos mortos. Enquanto fazia isso, ele foi localizado e identificado por Bayek, que então esfaqueou ele fatalmente usando a Lâmina Oculta dele. Bayek então acusou ele de ser responsável por muito sofrimento na cidade, e Hetepi retrucou que ele fazia aquilo para preservar as tradições do Antigo Egito.

Hetepi então declarou que o povo é o gado dos deuses, guiados pelo açoite do pastor. Ele então disse que Bayek era parte do gado, mas Bayek retrucou que ele é motivado por vontade, não por medo, mas Hetepi então questionou se ele havia matado ele por vontade própria ou à serviço de alguém, e então sucumbiu aos seus ferimentos.

Personalidade e característicasEditar

Hetepi era um indivíduo recluso e quieto, conseguindo ocultar sua identidade como o homem responsável pela desgraça em Mênfis efetivamente, mesmo estando em uma posição próxima a Pasherenptah. Ele também era esperto e detalhista, administrando a "maldição" através de subornos, chantagens, intimidações, persuasões, contratamentos e outros serviços escusos. Seu disfarce era tão efetivo que ele nem se importava em manter guardas vigilantes ao seu redor, conseguindo se misturar em meio aos outros sacerdotes.

Ele era motivado pela crescente desconsideração e esquecimento das tradições e métodos do Antigo Egito, além de pensar que as massas estavam fora de controle e precisavam ser disciplinadas sem piedade.

Aparições em memóriasEditar

Principais:

Secundárias:

ReferênciasEditar

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