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ACBH Guarda Papal

Um guarda papal.

Este artigo é sobre a classe elite de soldados em Roma. Você talvez esteja procurando pela memória de nome similar.

A Guarda Papal foi uma força militar de elite sob o comando do Papado, encarregada da proteção pessoal do Papa e de seus confidentes próximos.

Do fim do Século XV ao começo do Século XVI, a Guarda Papal esteve sob comando dos Bórgia, comandados pelo Papa Alexandre VI e pelo Capitão-Geral César Bórgia. Além de serem sempre encontrados no Vaticano, protegendo o Papa e seus ministros, eles também serviam como os guardas-costas pessoais de alguns dos aliados próximos dos Bórgia.

Com a queda dos Bórgia em 1503, a Guarda Papal ficou sob comando do Papa Júlio II e Fabio Orsini.

HistóriaEditar

Os guardas Papais eram os mais formidáveis, versáteis e habilidosos guardas de Roma, mas também os mais raros. Eles eram treinados extensivamente nas táticas e métodos de ágeis, brutos, caçadores e arcabuzeiros, podendo usar qualquer uma das armas brancas disponíveis e dispondo de golpes variados.

Eles podiam facilmente esquivar-se ou aparar um ataque inimigo, e também realizavam golpes próprios que davam bastante dano ao oponente. Eles geralmente usavam espadas no combate, mas também eram capazes de usar lâminas curtas, armas pesadas ou armas longas. Quando equipados com espadas ou lâminas curtas, os guardas papais usavam-nas em uma mão em conjunto com um arcabuz em outra.

Além disso, a armadura de boa-qualidade deles permitia que eles resistissem à muitos ataques inimigos, ao mesmo tempo em que era leve o suficiente para permitir que eles corressem velozmente, mas escalassem lentamente.

Todas estas qualificações faziam dos guardas papais os protetores pessoais dos governantes de Roma, e além do Papa e de César, eles também eram encontrados protegendo tenentes próximos deles como Octavian de Valois e João Bórgia. Quando Roma foi libertada pelos Assassinos e os Bórgia enfraquecidos, César convocou um grande número de guardas papais para reconquistar Roma, mas descobriu tarde demais que eles estavam sob a liderança de Fabio Orsini, um de seus piores rivais.

Muitos dos guardas papais não eram italianos, e sim suíços, alemães ou austríacos, que eram os mercenários de mais alta qualidade no mercado. A Corte Real da França era protegida por um regimento elite similar, a Guarda Suíça.

CuriosidadesEditar

ReferênciasEditar

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