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Glory (Glória, em tradução livre) foi uma representação livre de uma das memórias genéticas de Altaïr Ibn-La'Ahad, revividas por Desmond Miles em 2012 através do Animus.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Altaïr retornou para a fortaleza com seus irmãos Assassinos depois que o recuo foi ordenado. Ali, Rauf o informou que Al Mualim tinha outra tarefa para eles, mas sem entrar em detalhes. Os dois Assassinos partiram para a torre de vigia ao lado do portão principal, onde Robert de Sablé havia chegado com suas tropas, exigindo a entrega do tesouro Templário.

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Rauf chamando Altair para segui-lo até a torre

Rauf chamou Altaïr assim que o Assassino retornou à fortaleza.

  • Rauf: Altaïr, venha. Al Mualim ainda tem planos para nós.
  • Altaïr: Onde estamos indo?
  • Rauf: Lá em cima. Temos uma surpresa planejada para nossos convidados. Apenas faça o que eu fizer. Tudo se esclarecerá em breve.

Altaïr seguiu Rauf para uma torre de vigia com vista para as montanhas, junto às muralhas e portões da fortaleza.

  • Rauf: Fique de pé sobre aquela plataforma, Altaïr.

Assim que Altaïr obedeceu, Robert de Sablé chegou com suas tropas aos portões da fortaleza, exigindo de volta o artefato. Al Mualim respondeu a ele da muralha do castelo.

  • Robert: Herege! Devolva o que roubou de mim!
  • Al Mualim: Você não tem direito nenhum a ele, Robert! Vá embora daqui antes que eu seja forçado a reduzir seu contingente ainda mais!
  • Robert: Você está jogando um jogo perigoso!
  • Al Mualim: Eu asseguro a você, isso não é jogo nenhum!
  • Robert: Que seja! Tragam o refém!

Os Templários trazem um Assassino capturado e o executam.

  • Robert: Sua vila jaz em ruínas e suas reservas dificilmente são infinitas! Quanto tempo até que sua fortaleza se destrua por dentro? O quão disciplinados seus homens permanecerão, quando seus poços secarem e sua comida se acabar?
  • Al Mualim: Meus homens não temem a morte, Robert! Eles a recebem bem, assim como as recompensas que ela traz!
  • Robert: Ótimo! Então é isso que eles terão ao seu redor!

Enquanto isso, Rauf seguiu instruindo Altaïr, até que Al Mualim deu aos Assassinos um sinal para seguirem com seu plano.

Os Assassinos realizando o Salto de Fé

  • Rauf: Me siga, e sem hesitação.
  • Al Mualim: Mostrem a este cavaleiro tolo o que é não temer nada! Partam para Deus!

Altaïr, Rauf e um terceiro Assassino realizaram um Salto de Fé em pilhas de feno bem abaixo da torre, do qual apenas o Assassino não identificado saiu ferido.

  • Assassino: Ahhhh!, ohhhh! Ai, minha perna! Aah! Ai, minha perna!
  • Rauf: Quieto, ou os Templários nos ouvirão!

Rauf se virou para Altaïr.

  • Rauf: Eu ficarei para trás para cuidar dele. Você terá que seguir adiante sem nós. As cordas ali te levarão para uma armadilha que preparamos. Vá e a solte. Traga a morte sobre nossos inimigos!

Altaïr seguiu para a torre da armadilha, atrás das tropas de Robert. Com sua espada, o Assassino cortou a barra que mantinha presa a carga da torre, liberando várias toras pesadas de madeira, rolando abaixo em direção aos Templários, matando considerável parte das tropas de Robert. Logo depois, os Templários foram expulsos do vilarejo, e Altaïr foi trazido à presença de Al Mualim.

Altaïr sendo contido

  • Al Mualim: Você fez bem em varrer Robert daqui. A força dele está destruída. Deve demorar até que ele nos traga problemas novamente. Me diga, você sabe porque obteve sucesso? Você escutou! Se fosse o caso de você ter escutado no Templo de Salomão, Altaïr, tudo isso teria sido evitado.
  • Altaïr: Eu fiz o que me foi mandado.
  • Al Mualim: Não, você fez o que bem queria! Malik me contou da arrogância que você demonstrou, seu desprezo pelos nossos métodos!

Dois Assassinos seguraram Altaïr pelos braços, o contendo.

  • Altaïr: O que estão fazendo?
  • Al Mualim: Existem regras. Não somos nada se não nos atemos ao Credo dos Assassiyun: três princípios simples, dos quais me parece que você esqueceu. Eu vou lembrá-lo. Primeiro e principalmente: Mantenha sua lâmina...
  • Altaïr: ...longe da carne de um inocente. Eu sei.

Al Mualim deu um tapa no rosto de Altaïr por sua insolência.

  • Al Mualim: Fique de boca fechada! A menos que eu lhe conceda permissão para usá-la. Se você está tão familiarizado com esse princípio, por que então você matou o ancião dentro do Templo? Ele era inocente! Ele não precisava morrer. Sua insolência não conhece limites. Faça seu coração humilde, criança, ou eu juro que irei esmagá-lo com minhas próprias mãos!
    O segundo princípio é o que nos concede força: Esconda-se em plena vista. Se misture com o povo de tal maneira que você se torne um com a multidão. Você lembra dele? Porque, pelo que ouvi, você escolheu se expor, chamando atenção antes de atacar!
    O terceiro e último princípio, a pior de suas traições: Nunca comprometa a Irmandade. Seu significado deveria ser óbvio. Suas ações nunca devem trazer danos sobre nós, direta ou indiretamente! Ainda assim seu ato egoísta embaixo de Jerusalém colocou a todos nós em perigo! Pior ainda, você trouxe o inimigo à nossa casa! Todos os homens que perdemos hoje foram mortos por sua causa!

Al Mualim puxou uma faca pequena, e esfaqueou Altaïr no abdômen depois de acusá-lo de traição.

  • Al Mualim: Eu sinto muito, de verdade. Mas não posso tolerar um traidor.
  • Altaïr: Eu não sou um traidor.
  • Al Mualim: Suas ações indicam o contrário. Você não me deixa escolha. A paz esteja sobre você, Altaïr.
  • Altaïr: Ugh!

Resultado[editar | editar código-fonte]

Os Templários foram expulsos de Masyaf, e Altaïr foi rebaixado ao cargo de noviço por suas ações irresponsáveis que causaram o ataque.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

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