Assassin's Creed Wiki
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Girolamo Savonarola foi um frade dominicano e líder de Florença 1494-1498, até que ele foi excomungado pelo Papa Alexandre VI (Rodrigo Borgia). Savonarola aparece em ambas as partes de Assassin's Creed II DLC, mas é o antagonista principal em Bonfire of the Vanities.

Sua Vida[]

Este reformador dominicano veio de uma antiga e tradicional família de Ferrara. Intelectual muito talentoso devotou-se a seus estudos, em especial à filosofia e à medicina. Em 1474, quando em uma viagem a Faenza, ouviu um forte sermão, proferido por um padre agostiniano, e resolveu renunciar ao mundo, incorporando-se à ordem dominicana na Bolonha, sem o conhecimento de seus pais.

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Savonarola com a PoE em mãos

Nesse centro do Renascimento, opôs-se imediatamente, com grande energia, à vida pagã e freqüentemente contra a imoralidade prevalecente em muitas classes da sociedade, em especial na corte de Lourenço de Médici. Foi tomado ao mesmo tempo por um zelo intenso para com a salvação das almas, e estava pronto a arriscar tudo a fim combater as fraquezas humanas. Em 1489 retornou a Florença, que devia ser a cena de seus trabalhos e triunfos futuros, tanto como de sua queda.

Em agosto de 1490, Savonarola começou seus sermões no púlpito da igreja de São Marcos, com a interpretação do Apocalipse. Seu sucesso foi completo: toda a cidade de Florença ia ouvi-lo, de modo que seus sermões na catedral foram exercendo uma influência constantemente crescente sobre o povo. Apesar de sua ascensão no Mosteiro de São Marcos, ele deixou manifesta a sua crítica quanto ao governo da cidade, faltando à visita a Lourenço de Médici — embora os Médici se mostrassem sempre mecenas generosos do mosteiro.

Nesse período, Savonarola começou a reforma interna do mosteiro, quando São Marcos e outros mosteiros de Toscana foram separados da congregação da Lombardia. Savonarola começou a criticar a imoralidade, a vida de prazeres dos florentinos, enquanto pregava que a população voltasse à vida da virtude cristã. Seus sermões e sua personalidade causavam um profundo impacto na população.

Savonarola intensificou suas críticas, agora contra os abusos na vida eclesiástica, da imoralidade de grande parte do clero — sobretudo a vida imoral de muitos membros da Cúria romana —, dos príncipes e dos cortesãos. Em termos proféticos, passou a anunciar o juízo final, numa alusão a

Carlos VIII, o rei de França, que tinha entrado na Itália e estava avançando contra Florença. Cristo foi considerado o rei de Florença e protetor de suas liberdades. Um grande conselho, com representantes de todos os cidadãos passou a governar a república e a lei de Cristo deveria ser a base da vida política e social. Savonarola não interferiu diretamente na política e nos casos de estado, mas seus ensinos e suas idéias eram absorvidos, fazendo com que a vida moral dos cidadãos fosse regenerada. Muitas pessoas trouxeram artigos de luxo, que foram queimados publicamente. Uma irmandade foi fundada por Savonarola para incentivar uma vida piedosa e cristã entre seus membros.

Esses esforços de Savonarola vieram a gerar conflito com o Alexandre VI. O papa, como todos os príncipes de cidades italianas, à exceção de Florença, era um oponente da política francesa. Além disso, Carlos VIII o tinha ameaçado freqüentemente com a convocação de um concílio em oposição. Além disso, o pregador dominicano falava com violência crescente contra o papa e a Cúria. Os fatos terminaram por precipitar a exigência papal de que Savonarola pregasse obediência, além de ir a Roma para defender-se. Savonarola desculpou-se, alegando estar com a saúde danificada. As conseqüências seguintes foram a proibição de o dominicano fazer pregações e a devolução do mosteiro de São Marcos à congregação de

Lombardia. Em sua resposta, Savonarola procurou justificar-se e declarando que ele sempre tinha se submetido ao julgamento da Igreja; com isso o mosteiro foi retirado da congregação da Lombardia e a conduta de Savanarola foi julgada suavemente, mas a proibição de suas pregações foi mantida.

Em seus novos sermões atacou violentamente os crimes do Vaticano, que aumentaram desse modo as paixões em Florença. Um cisma começou a se prefigurar e o papa foi forçado outra vez a agir. Mesmo assim, Savonarola prosseguiu com suas pregações cada vez mais violentas contra a Igreja de Roma, recusando-se a obedecer às ordens recebidas. Em 12 de maio de 1497, foi excomungado. Savonarola terminou preso por ordem papal e condenado à morte em 1498. Foi torturado e, em 25 de maio, morreu queimado em praça pública (Piazza della Signoria) em Florença junto com Fra Silvestro e Fra Domenico da Pescia.

Em Assassin's Creed II[]

Na batalha de Forli, ele sempre aparece entre as cenas, assim, fica claro que ele sabe da existência das PoEs. Quando Ezio foi esfaqueado, e deixa a PoE cair, é Savonarola que a pega.

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Em Bonfireof the Vanities, ele domina Florença após a morte de Lorenço de Medici,mas ele não a usou para dominar a mente dos cidadãos,e sim dos políticos, assim influenciando em toda a cidade. Então, Ezio e Niccolò Machiavelli foram acabar com isso. Niccolò, junto com Paola e La Volpe juntaram o povo revoltado para fazer uma revolução. Depois que Ezio matou seus tenentes, todo o povo foi para casa dele, e quando Savonarola tirou a PoE, Ezio jogou uma faca e recupera a PoE. Depois de recupera-lá ele vai ver a execução de Savonarola, na Piazza della Signoria.Depois, quando Ezio viu que ele iriai ser morto queimado, ele diz que o homem não merecia morrer com tanta dor, e então, o mata com a Hidden Blade.

Palavras finais[]

Girolamo Savonarola: É você ... Eu sabia que esse dia chegaria. Por favor ... tenha misericórdia!.

Ezio Auditore: Eu tenho. "Va ora. Che sia il tuo Dio um giudicarti. (Vá agora, agora será julgado pelo seu Deus). Requiescat in pace. (Descanse em paz).

Trivia[]

Na vida real, o Papa Alexandre VI (Rodrigo Borgia) excomungou e foi crucificado e queimado vivo. Em 1488, Savonarola estava sem o dedo mindinho, embora a razão para isto seja desconhecida. Ele tem torno da mesma idade que Leonardo da Vinci.

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