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Íconedeera-MemóriasÍconedeera-AC4


Edward Kenway foi uma representação virtual de uma das memórias genéticas de Edward Kenway, revivida por um Analista de Pesquisa da Abstergo usando o Animus Ômega.

Descrição[]

Após uma batalha naval contra navios britânicos, Edward se encontra ilhado em uma ilha deserta, mas pouco tempo depois ele descobre que não está só, na verdade ele está com o Assassino Duncan Walpole, o Assassino que ele iria futuramente roubar a identidade.

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O navio em que Edward estava foi atacado.

  • Marinheiro: Segurem-se! Está conosco!
  • Edward: A conseguis ver?
  • Marinheiro: Aos canhões!
  • Bramah: Nosso timoneiro morreu, alguém assuma o timão! Kenway, assuma o maldito timão!

Edward assumiu o timão e disparou contra os navios inimigos.

  • Bramah: Leva-nos para perto, Kenway! Podemos atacá-lo!
  • Marinheiro: Daremos uma boa saraivada. Prontos!
  • Bramah: Disparem com tudo que temos!

O navio inimigo começou a afundar, mas o paiol de pólvora do navio de Bramah começou a queimar.

  • Marinheiro: O paiol, está subindo!
  • Bramah: Apagai as chamas! Mexa-se, cão miserável!

Um Assassino apareceu e matou o Capitão Abel Bramah, e a pólvora explodiu, mandando Edward e Walpole voando para o mar. Edward ficou inconsciente e teve um flashback.

Edward Kenway Memória 7

Edward com Caroline

  • Caroline: É perigoso? Edward!
  • Edward: Hm?
  • Caroline: Ser corsário, é perigoso?
  • Edward: Não pagaria tão bem se não fosse.
  • Caroline: Por que não navegar com a marinha? Ganhar um bom ordenado, responder a cavalheiros.
  • Edward: Aos diabos com os cavalheiros da marinha. Para cada xelim que ganhei, o capitão recebeu seiscentos. Fortuna nenhuma se faz assim.
  • Caroline: Não é preciso uma fortuna.
  • Edward: Não é questão de necessidade, Caroline. Eu quero comida que não me adoeça, quero paredes que segurem o vento. Quero uma vida decente.
  • Caroline: Por quanto tempo se ausentarias com esses corsários?
  • Edward: Um ano talvez, dois no mais tardar.
  • Caroline: Tudo bem. Não mais que dois... me prometa.

Edward acordou na água e nadou até a praia, seguido pelo assassino Duncan Walpole.

  • Edward: Foi bom pra ti também?
  • Walpole: Havana. Tenho que ir a Havana.
  • Edward: Ora, é só construir outro navio para nós, não é?
  • Walpole: Eu posso pagar. Não é isso que os piratas gostam de ouvir? Cem escudos.
  • Edward: Continue.
  • Walpole: Vai me ajudar ou não?
  • Edward: Tu não tens esse ouro contigo agora, não é?

Walpole se levantou e apontou uma pistola em Edward.

  • Walpole: Piratas filhos da puta!

Walpole tentou disparar contra Edward, mas a pólvora foi arruinada pela água. Ele saiu correndo e entrou na selva.

  • Edward: Estou logo atrás, seu desprezível!

Edward perseguiu Walpole.

  • Edward: Vamos amigo! Começamos com o pé esquerdo!
  • Edward: São cem léguas ou mais até Havana. Caminhas essa distancia?
  • Edward: Aquele alinhadinho! Pra onde está indo?
  • Walpole: O matarei se me seguires!
  • Edward: Podíamos trabalhar nisso juntos!
  • Walpole: Mantenha distância!

Edward matou Walpole e encontrou uma carta no bolso do assassino.

  • Carta: Senhor Duncan Walpole. Aceito tua generosa oferta, e aguardo avidamente tua chegada. Se realmente tens a informação que desejamos, temos os meios de recompensá-los. Apesar de não conhecer teu rosto, acredito reconhecer a vestimenta que foi tornada infame por tua ordem secreta. Sendo assim, vem rápido para Havana... e tenhas fé que será recebido como irmão. Seu mais humilde servo, governador Laureano de Torres y Ayala.

Edward vestiu as vestimentas de Walpole, e decidiu ir a Havana para coletar a recompensa.

  • Edward: Senhor Walpole... Vamos pegar sua recompensa.

Edward ouviu tiros, e investigou.

  • Soldado: O Comodoro seguiu para Kingston. Temos ordens de tomar este navio de incompetentes e segui-lo.
  • Bonnet: Perdão, Kingston? Não, não, nosso destino é Havana. Sou apenas um mercador...
  • Soldado: Silêncio, pirata insolente! Conheceras a forca pela o que causaste!
  • Bonnet: Senhor, não tive parte alguma nesse ataque. Eu e minha tripulação atracamos unicamente para nos reabastecer!
  • Soldado: Dê-me um motivo para não abrir seu crânio.
  • Bonnet: Levai meu açúcar! Levai tudo que quiserdes!

Edward matou os soldados.

  • Bonnet: Ó deus! Óóóó deus!

Edward libertou Bonnet.

  • Bonnet: Pela graça de deus, senhor, me salvaste. Meus agradecimentos!
  • Edward: Isso é o seu?
  • Bonnet: É minha embarcação, sim, mas... aqui jaz seu pobre capitão, e eu não possuo a arte de navegar.
  • Edward: Serei eu o piloto, não se preocupe.
  • Bonnet: Tu não pretendes fugir no meu navio, pretendes?
  • Edward: Chamo-me Duncan. Qual o seu nome, amigo?
  • Bonnet: Stede. Stede Bonnet.
  • Edward: Bom, senhor Bonnet, que isto fique entre nós... mas estou aqui por uma incumbência secreta de Sua Majestade, o Rei, que Deus o abençoe, e preciso chegar logo a Havana.
  • Bonnet: Ah... que alívio, senhor! Havana é também meu destino. Nossos caminhos se cruzam!
  • Edward: Aliança natural, vejo.
  • Bonnet: Ah, assim me deixas aliviado, senhor. E pensar que eu o julguei um pirata quando apareceu.
  • Edward: É mesmo?
  • Bonnet: Sim! Tu tens uma maneira incomum de se portar. Rápida e fácil... se permite-me. Assustaste-me! Mas no final das contas, acho que esse dia foi um dia assaz fortuito, não é mesmo?

Edward e Bonnet nadaram até o navio, e Edward assumiu o timão.

  • Bonnet: Bem vindo a bordo, Duncan. É uma escuna modesta, porém adequada para meus desígnios. Transporte de cargas da minha plantação e similares.
  • Edward: Ela servirá. O vento está forte agora, mudemos para vela cheia, sim?
  • Bonnet: Ah, sinto a força do vento em meus cabelos! Encontro no cheiro do mar um bem estar reconfortante. O forte odor de... possibilidades!
  • Edward: Uma visão otimista das coisas, amigo.
  • Bonnet: Estamos realmente com tudo agora, não é?

Edward zarpou da Baía.

  • Bonnet: Tu és um marujo nato, Duncan!
  • Edward: Fiz uma coisa ou outra no leme algum tempo atrás e, dois anos antes, no mastro como corsário.
  • Bonnet: Por meus xelins! Se me permite, sua vida parece grandiosa. Tão carregada de aventuras! Que maravilha.
  • Edward: Já vi minha cota de estranhezas, de fato.

Resultado[]

Edward roubou a identidade de Duncan Walpole, resgatou Stede Bonnet e navegou para Havana.

Referência[]

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Edward Kenway (memória)
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