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AC3 General Store

O interior de uma loja.

Comerciantes, mercadores, negociantes ou vendedores eram civis que compravam e vendiam vários itens e serviços em muitas cidades e lugares ao longo do mundo.

História[]

A profissão de comerciante era uma das mais comuns, desde vendedores amadores até grandes comerciantes ricos, e existe desde os primórdios da história. Existem muitas espécies de comerciantes, geralmente ativos em lojas em cidades, ou apenas em barracas e tendas, ou até nômades.

Durante a Alta Idade Média, existiam muitos mercados, lojas e barracas nas cidades da Terra Santa, vendendo bens diversos, como comida, armas e artefatos. Dois dos alvos de Altaïr Ibn-La'Ahad, Tamir e Abu'l Nuqoud, eram influentes e ricos mercadores. O Souk Al-Silaah em Damasco era um dos mais movimentados mercados da época. Nesse tempo, Altaïr não comprava coisas de comerciantes, ganhando seus equipamentos de seu Mestre em Masyaf.

Durante a Renascença, os ramos comerciais aumentaram muito, com o aprofundamento da cultura humana. Muitas das pessoas ricas dessa era eram comerciantes, e o Assassino Ezio Auditore da Firenze frequentemente comprava armas, armaduras e objetos diversos dos comerciantes disponíveis. Na Libertação de Roma, Ezio e os Assassinos restauraram Roma à cidade gloriosa que já foi, reformando e reabrindo dezenas de lojas espalhadas na cidade. O mesmo aconteceu em Constantinopla. Quanto mais lojas reabertas, mais renda.

No Período Colonial, inclusive a Época Dourada da Pirataria e a Guerra dos Sete Anos, o comércio era uma das maiores e mais relevantes atividades da época, com o comércio global aumentando muito com a expansão marítima. Edward Kenway, Ratonhnhaké:ton e Shay Cormac compravam e vendiam com frequência de comerciantes, geralmente comprando armas, munição, troféus, melhorias navais e diversas outras coisas, além de vender produtos como rum, açúcar, tecido, madeira e metal, além de peles e ossos de animais. Edward Kenway também era o proprietário de uma grande frota naval, que comerciava produtos com dezenas de lugares acessíveis pelo Atlântico, rendendo muito dinheiro, troféus, obras de arte e roupas refinadas.

Na Revolução Francesa, Arno Dorian comprava de um comerciante dos Assassinos tudo o que precisava. Ele também era o dono de uma rede de cafés e clubes-sociais, o Café-Théâtre, e vários outros cafés menores, que lhe rendiam bastante dinheiro, aumentando com o número de cafés renovados e melhorados.

Durante a Era vitoriana, o mercado interno britânico havia se desenvolvido muito, e os gêmeos Jacob e Evie Frye faziam acordos com os mercados para vender diversos itens e gerar renda rápida e grande. Ao longo de Londres existiam inúmeros comerciantes do mercado negro que vendiam, principalmente, armas, roupas, manoplas, capas, pistolas, mapas e munição.

Tipos[]

  • Comerciantes de arte: Vendiam obras de arte e mapas de tesouro.
  • Arquitetos: Ofereciam seus serviços para restaurar marcos históricos e aquedutos.
  • Ferreiros: Vendiam armas, armaduras e munições. Reparavam armaduras.
  • Médicos: Vendiam remédios e veneno. Curavam ferimentos.
  • Alfaiates: Vendiam algibeiras e bolsas maiores. Tingiam roupas.
  • Cabines de viagem rápida: Ofereciam transporte por caravana.
  • Bancos: Centro de finanças, onde os negócios da cidade podem ser analisados e a renda coletada.
  • Mercadores ambulantes: Encontrados em carruagens em estradas e cidades, onde vendiam apenas suprimentos e munição e compravam suprimentos e peles.
  • Livrarias: Vendiam livros e mapas.
  • Lojas de estampas: Produziam documentos e cartazes de procurado, podiam serem subornados.
  • Negociantes do Mercado Negro: Vendiam bombas e outros suprimentos ilegais.
  • Capitanias do Porto: Ofereciam melhorias a uma embarcação e compravam produtos.
  • Lojas gerais: Vendiam e compravam todo tipo de mercadoria

Referências[]

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