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Cirene foi uma cidade grega da Antiguidade e a capital da província de Cirenaica, localizada no vale fértil de Jebel Akhdar, onde hoje seria a Líbia Ocidental. Era a mais antiga e mais importante das cinco cidades gregas da região.

No último século AEC, Cirene, junto com o resto da região, foi dominada pelas forças da República Romana, e governada pelo Procônsul Flavius Metellus, um dos líderes da Ordem dos Anciões. Usando a Maçã do Éden, Flavius dominou a região com um punho de ferro, aumentando a presença militar e corrupção política, mas foi assassinado em 47 AEC por Bayek, que buscava vingar seu filho e libertar a cidade e a região.

HistóriaEditar

Fundada por colonizadores gregos liderados por Bato I em 630 AEC, Cirene foi uma cidade extremamente próspera nos séculos seguintes, e conseguiu derrotar os exércitos egípcios que buscavam dominar a região, estabelecer uma zona comercial lucrativa e se desenvolver bastante, sendo significativamente maior que as outras cidades da região. Entretanto, após a morte de Alexandre, o Grande, Cirene passou a ser parte do Reino Ptolemaico, e foi cedida em 96 AEC aos romanos.

Sob o controle dos romanos, Cirene e o resto da região foram governadas pelo Procônsul Flavius Metellus, que controlava a região com o punho de ferro militar do General Agripa e controlava a capital com a corrupção política do magistrado Leander. Em 47 AEC, Flavius usou sua recém-adquirida Maçã do Éden para aumentar ainda mais o controle sobre a cidade, hipnotizando oradores, políticos e outras figuras influentes.

Felizmente, naquele mesmo ano, o Medjai Bayek chegou em Cirene, após ter matado Agripa, e colaborou com Díocles, Esminto, e outros honestos da cidade para acabar com a opressão de Flavius e as consequências da mesma. Eliminando Leander, resolvendo um caso de assassinatos brutais, defendendo alguns dos direitos abusados dos civis e salvando rebeldes, Bayek finalmente matou Flavius e confiou em Díocles e outros dois bons samaritanos da região, Vitrúvio e Praxilla, para fazer Cirene e a região prosperarem novamente.

Com o tempo, a escassez de produtos de exportação, insurreições étnicas brutais, opressão romana renovada, abandona da região por seus moradores, desastres naturais, métodos precários do governo e invasões fizeram com que Cirene se tornasse em uma ruína praticamente abandonada, sendo destruída definitivamente em algum ponto antes do Século 8. Díocles e os outros conseguiram fazer a cidade prosperar na época seguindo a morte de Flavius, mas com o passar dos séculos tudo piorou.

MarcosEditar

ReferênciasEditar

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