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Christopher Gist (1706 - desconhecido) foi explorador Americano, topógrafo, guarda da fronteira e um membro dos Ritos Britânico e Colonial da Ordem dos Templários. Durante a Guerra dos Sete Anos, ele foi o segundo em comando do navio de Shay Cormac, a Morrigan.

BiografiaEditar

Nascido em Baltimore, não se sabe muito da juventude de Gist. Apesar da falta de educação formal, ele foi treinado no levantamento e se tornou um desbravador bem sucedido. Antes da Guerra dos Sete Anos, Gist foi a Carolina do Norte e foi o vizinho de Daniel Boone, um outro guarda da fronteira famoso.

Em 1751, Gist foi recrutado para a Ordem dos Templários pelo coronel George Monro, com a tarefa de explorar as colônias e formar relações com os povos indígenas que se estabeleceram lá para garantir alianças e rotas comerciais. Em 1753, Gist acompanhado de George Washington, foi enviado para entregar uma mensagem às forças francesas, exigindo que eles deixam o Condado de Ohio, o que provocou a Guerra Franco-Indígena. Durante a guerra, Gist continuou a lutar ao lado de Washington, enquanto seus homens se envolveram na Expedição de Braddock.[1]

Em 1756, Gist descobriu que as gangues de Nova York estavam trabalhando na criação de novos armamentos. Depois de informar isso a Monro, ele tentou derrubar os criminosos que estavam no Forte Arsenal, mas foi capturado e sentenciado à enforcamento. Posteriormente foi salvo pela aparição oportuna de Shay Cormac, que tinha sido enviado por Monro para ajudá-lo.[2]

Após isso ele se tornou o primeiro companheiro a bordo de Shay no seu navio, Morrigan, e o acompanhou durante sua caçada aos Assassinos como segundo em comando do Brigue. Monro havia o contado que Shay era um ex-Assassino, mas que foi achado inconsciente com o Manuscrito em mãos.[2]

Gist acompanhou Shay durante a Guerra dos Sete Anos e presenciou a transformação dele em Templário.

PersonalidadeEditar

Gist era uma pessoa amigável, eloquente e descontraído que muitas vezes trouxe humor em conversas com seus companheiros Templários, e ele acreditava profundamente na causa Templária. No entanto, ele questionou o caminho que ele tinha tomado depois de entrar para a Ordem em sua juventude, mas respeitava muito o coronel Monro, que acalmava essas dúvidas que ele tinha, dando o mesmo conselho a Shay, quando ele ficou em dúvida sobre o caminho a se seguir.

Aparições em memóriasEditar

GaleriaEditar

ReferênciasEditar

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