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Íconedeera-Cultura

AC4 Edward carta engarrafada

Edward Kenway recuperando uma das cartas

As cartas de Thom Kavanagh eram uma série de vinte anotações escritas à mão, de autoria do Sábio Thomas Kavanagh, Jr., que detalhavam partes de sua vida. Como ele as escreveu, elas foram enviadas para o mar em garrafas de vidro. As cartas foram recuperadas pelo pirata Edward Kenway entre 1715 e 1722, depois de terem lavado a costa em todo o Caribe.

A última dessas cartas foi colocada no túmulo de Kavanagh, perto do Observatório, após sua morte.

GarrafasEditar

1. DO MEU NOME E ORIGEN

Para qualque um lendo esta misiva, saiba primeiro qui sou Thom Kavanagh, nassido em 1652, primeiro em Boston e agora no mundo, vivendo no ano de 1706;– tendo ido isolarme muito tempo atráz no local de meus anssestrais em busca de paz de espirito e da mente. Minha hístoria é singular embora eu não clame grandesa ou nobresa alguma. Ainda assim há muita estranhesa em meu sangue que devo mencionar, com o desejo de que um melhor intendimento possa vir de minha cituação;– e com esperanca de que, se a alguém no mundo sofrendo a mesma perturbassão da mente que tenho desde que nassi, que me considerem uma alma irmã;– e uma voz amiga para guiár los para a calma costa da sanidade...

Em palavras simples, nassi como uma criatura de duas almas, uma sendo minha, criada fresca no palco do mundo;– e outra sendo de uma Coisa velha e sábia, uma alma tão velha quanto o proprio universo pode ser. Duas almas então, em um unico corpo, competindo por supremazia.

Desde que me dei como ser pensante, senti estas duas mares agitando-se dentro de mim. Como esta misteriosa incorporação deveria ter ocorrido é assunto de cartas futuras...

2. OPINIÃES DA MINHA CONDISÃO

Desde que nasci sou visto por meus pais e visinhos como um rapas de estranhos ábitos e inpulsos. Meus olhos, sendo de cores e tamanhos desiguais, sempre foram alvos de comentários e perguntas estranhas, sendo fáceis de perceber. Mas meu conportamento também era notavelmente estranho; eu tinha gesticulações de tipo estranho; sinais e sínbolos que pareciam, para meus pais, pressagiar coizas que não entendiam. Também era dito que eu não xorava; estranho para um bebê, mas um conforto para minha mãe.

Ganhei o don da fala aos doze meses, sendo minhas primeiras palavras "meu amor" e "amada". Meus pais viram isso como um bom sinal de inteligência, mas não deveriam estar muito contentes com o que tais palavras sugeriam;- e certu estavam em ficar ansiosos, pois neste tenpo em que eu deveria tê-los tratados por "mãe" e "pai", aos dois anos eu me referia a eles por Elizabeth e Thomas;- desnecessário dizer ser um eqívoco estranho para uma criança. Mas este era meu impulso, e até passar pela adolescência, esta foi uma prática que mantive...

3. DO LUGAR DE MEU NASCER

Da cidade que chamei de lar por quase duas décadas, não tenho nada além de boas memórias. Boston era um lugar de gramde belesa e paz. Meu pai era sapateiro e minha mãe mantinha uma modesta casa comforme me criada o melior que podia;- e juntos, vivemos na costa sul, perto dos cais que viam grandes navios em suas idas e vindas, trocando todos os tipos de bems com esta joven colônia.

Lembro de sempre estar facinado por estes navios e as promessas de avemturas que presagiavam;- e não foi por ábito de distração ou imaginação que passei muitas manhãs sentado nas docas para ver os navios entrar no porto vindos de locais distamtes, ou desaparecen deles no orizonte comforme eu silenciozamente sonhava. Me perguntava o que averia além daquela linha azul, e me perguntando isso definido um curso para meu desejo: eu queria viajar, descobrir.

Então foi aí que eu soube daqueles dias que não viveria minha vida em Boston, mas viajaria e vagaria longe em busca da fonte dos estranhos segredos dentro de mim. Disso, mas deve ser escrito en outra hora. Mas que fique registrado que eu estive feliz por um tempo, e que amava muito meus pais...

4. MEU PRIMEIRU DEVANEIU

Me lembro com grande claresa meu primeiro devaneio. Até então eu tinha apenas a SENSAÇÃO de minha mente dupla, mas neste dia foi-me oferesido um vislumbre, como que através de uma janela, para a segunda alma;- a segunda vida em min.

Eu tinha quatro anos de idade e era um dia fresco de outono. Eu estava fora com meus pais em uma escursão, vagando por um local chamado Colina do Farol. Nós, tendo apenas concluído o nosso piqe-niq, agora caminhávamos pelo pico para ver a cidade abaixo.

Foi então que uma brisa recaiu sobre mim. O mundo parecia escurecer e brilhar ao mesmo tempo. Eu caí, aterisando no que parecia ser um par de braços. Uma voz disse para mim: "Vai, amado. Vai para teu descanso". Por mais estranho que pareça, um grande amor me encobriu. A voz prosegiu: "Teu sacrifício não foi bem vão. E embora tu devas ir desta vida, te verei renovado. Renascido para ficar ao meu lado para sempre..."

Nunca antes, e raramente depois, eu senti tão profunda adoração. Os céus se abriram e o mundo clareou e eu acordei inerte, com meus pais assomando-se sobre mim, chamando meu nome...

5. MEU PROFUMDO PREDICAMENTU

É com grande tristesa que devo relatar agora a gêneze de meu sentimento de gramde isolamento de meus pais, mesmo en tão jovem idade, e meu forte senso de que eu era muinto diferente deles;- significando que, embora eles me deram vida e me criaram, eu não parecia parte de sua carne ou seu tipo. E o devaneio descrito anteriormente lansou este sentimento en moldes firmes;- eu sequer parecia deste mumdo. E de fato, houve dias en que eu não me sentia remotamente umano, mas sim outro tipo de criatura.

No tempo entre meu quarto e décimo-quarto ano, tive tamanha profusão de devaneios e ideias e sonhos que eu pareceria louco ao descrevê-los, mas pela aparêmcia eu era tão normal quanto qualquer outro, e mais, eu nunca estive particularmemte preocupado pelo que se passava em minha memte;- vizões de grandes cidades feitas de vidro; retratos de belos omens e mulieres em grandes mantos; máquinas que geravan raios tão fácil quanto tempestades; veícolos que voavam nos céus como pássaros...

Como eu disse, ideias e vizões muito famtásticas para serem acolhidas por memtes sãs, mas ainda assim reais demais em minha cabeça para serem ignoradas...

6. MEU APRENDISADU

Quando eu fiz catorze anos, meu pai, sentindo que eu deveria descobrir meliores abilidades, mais sensíveis aos meus ábitos da mente, me colocou como aprendiz de um mestre carpimteiro chamado Jonathan Davenport, de Boston. Mestre Davenport tinha então muintos escravos e dois outros jovens brancos empregados;- un era pedreiro e o outro carpinteiro, nenhum deles muinto esperto. Mas vendo certa fagulia de inteligênsia em min, mestre Davenport estava feliz em me aceitar como carpinteiro, e eu estava feliz em me juntar. A posição me rendia 2 libras por ano e uma gramde satisfação de espírito.

Um carpinteiro precizava de mãos boas e firmes e bom gosto em ornamentos, duas qualidades que mestre Davenport disse que eu tinha em grande quantidade. E foi emtão com grande orgulio, bem antes dos habituais sete anos, que deixei meu mestre apenas após sinco, e parti aos dezenove anos de idade em busca de sucesso, agora un homen e mestre de profissão. Meu mestre não estava triste ao me ver partiro, mas me dezejou boa sorte, pois sabia em seu coração que eu era o maior talento que ele encinou. - "Pois há algo como um gênio natural em ti, rapais. Uma sabedoria além de seus anos."

E então, embalando minhas posses materiais, me despedi de minha mãe e meu pai com muito amor, então tomei carona em uma brigue mercamte indo para Jamaica, nas Índias Ocidentais, onde habilidades de carpintaria estavam em grande falta...

7. DEICHANDO O LAR

Dói-me pensar agora sobre meus sentimentos em minha partida de Boston e de meus queridos pais, que me criaran tão bem, pois em retrosperctiva eu devo ter sido melamcólico, ou ansioso ao menos. Porém, deixar meu lar em tão jovem idade eu considero uma das grandes alegrias da minha vida;- numca antes ou depois senti tão forte abraso da liberdade.

Mas nen tudo relativo a minha partida foi alegre, pois nesta época as vozes vieram a mim com força, quase como un homen sussurrando em meus olvidos. Estas vozes não eram nen sinistras en sua natureza, nen impediam negócios com outras pessoas. Mas, diferente de meus devaneios, que vinhan quando eu dormia ou sonhava acordado, estas vozes vinham em momentos de incoveniênsia. Dia e noite elas se intronmetian sem provocação. E embora não fosem constantes, elas eram certamemte frequente em sua naturesa;- e o mais estranho é que tinhan caraterísticas de memórias. Havia momemtos em que eu parecia ouvir minha própria voz.

Seria posível que eu ouvi conversas de uma vida anterior? Memórias daqueles que conheci, memórias de compromissos há muito passados? Na prósima carta irei relatar o que provavelmemte foram os mais confusos fragmentos de conversas...

8. O QUE AS VOSES FLARAM

Aqui relatarei uma tal memória, repetida ad nauseum ao longo de toda minha vida:

EU MESMO, UM HOMEM E DUAS MULHERES;-

Uma mulher;- "Conforme características são passadas de uma geração para outra, porque não deveríamos criar humanos para passarem informações aprendidas aos descedentens? Está dentro de nosso objetivo." E aqui outra mulher interrompe;- "Jamais! Já os deichamos fortes e resistentes! Porque deveríamos presentear com novas vantagens sobre nós? Estamos morendo, a guerra pende contra nós;- devíamos descobrir métodos para nossa salvação, não deles!"

E aqui o homen discordava;- "Nosso tempo acabou. Os instrumentos de nossa vontade em breve serão nossos mestres, e nós desapareceremos. Talvez não em dez ou vinte anos, mas certamemte este século é nosso último. Porque não presentar os humanos com adições para sabedoria e crescimento? Porque não deixar que passem conhecimentos acumulados entre gerações? Por graus ascendentes, humanos deverão ser tão sábios quanto nós somos..."

E aqui eu pareço falar;- "Pode ser feito. Por simples manipulação no código em seu sangue, podemos melhorá-los muito". E aqui a segunda mulher grita "Abisolutamemte não!";- Então a memória acabou...

9. UN CURIOZO INSIDENTE NO MAR

En minha rota para as Índias Ocidentais, um curioso incidente despertou em mim uma revelação. Foi un ato arbitrário de violência que testemunhei, um que se provou fatal apenas ao instigador: un pirata chamado Savory veio a bordo para trabalhar e pagar seu débito como cristão honesto, mas morreu un diabo embebedado ao considerar as abjurações dos homens como insultos. Ele levou um tiro disparado por si mesmo enquanto tentava recarregar a arma, tudo em preparação a un duelo de seis que organizou como desafio comtra nosso grupo.

Todos ficamos tristes por seu infortúnuo, mas ninguén achou ruim nossa tripualação ficar mais calma em sua ausênsia. E assim, vendo um pobre companheiro ferir-se, e testemunhando o sangue fluindo livre de seu corpo, uma noção disparou em min como uma ideia há muito dormente, como se estivesse esperando uma chance de reaparecer.

Então veio a fraze que já ouvi antes, brotando em minha memte: "O código em seu sangue";- de repente era sensata para mim! O código da vida, tal como construtores de navios esboçam em miniaturas, mas responsável por construir cada homen e mulher na Terra. Como é que tal ideia fazia total sentido para mim? Como entendi tudo aquilo que não tinha presedente nas mais modernas filosofias? O código da vida. Em nosso sangue. Imagine!

Essas ideias giraran dentro de mim por muintas semanas naquela viagem, girando tal como um rodamoinho de pensamentos que eu não conseguia articular...

10. ENCONTRAMDU TRABALHU FICSO

Ao chegar na Jamaica, tirei todos os pensamentos e fantasias vãos de minha memte e parti em busca de emprego. Uma carta de endoso de meu memtor, senhor Davenport, acelerou meu sucesso e dentro de uma quinzena eu consegui uma entrevista com um represemtante trabalhando para o estimado senhor Peter Beckford, um homem conhesido por todas as Índias Ocidentais como sendo alguém de honra e inteligênsia;- como era, devo dizer, seu arepresemtante, pois o homem me contratou na hora e dentro de dois dias eu estava trabalhamdo na senzala, colocando portas mais resistentes e teliados melhores.

Quanto as minhas acomodasões, fico contente em dizer que eram boas. Eu tinha três janelas, duas das quais olhavam os campos de cana. Quando abertas, uma brisa fresca enchia meu quarto, perfumada com o aroma cru do oceano próximo e os sons das ondas quebramdo. Frequemtememte as múzicas dos negros no trabalham entravam e me causavan profunda calma. Era agradável ali, embora este conforto não mascarava o pavor que eu tinha de pegar a febre amarela, ou outra das inúmeras doensas que frequentemente atingiam aqueles que chegavam a estas partes. Da minha parte, vi bem mais de dezesetes homens e mulheres falecerem da doença nos seis meses desde minha chegada.

Parecia, então, que para cada suceso que eu tinha, outros dois ou trêz perigos em potencial apareciam. E como o tenpo iria dizer, isto se provou infelismente verdade...

11. PETER BECKFORD O ANSIÃO

De meu patrão tenho que dize uma coisa, porque foi por causa das conexões dele que acabei topando com negócios tão problemáticos. Peter Beckford era um home de muito carisma e orgulho. Em 1662, ele veio para a Jamaica e em 10 anos já tinha conseguido um pedasso grandinho de terra, onde plantou cana logo que pôde.

Quando me dei com ele, ele era dono - e se gabava disso - de uma das maiores propedades privada de terra em todo o mundo, perdendo em tamanhura apenas só pra reis e imperadores. E isso valia também para o número de escravos que serviam ele; chegou na Jamaica com trez e agora tinha mais de trezentos.

Um sagaz e implacável home de negócios, o senhor Beckford era conhecido por seu temperamento mais forte que furacão. A fúria, o ódio e averção eram seus principais meios de argumentar contra coisas que não favoreciam ele diretamente. Mas ele foi sempre gentiu comigo e o home mais grasioso que um patrão pode ser. Mas isso digo que foi por meu lugar nos olhos dele; na verdade, era um home tradicional com respeito a hierarquia e rassa.

Tempos antes, ele tinha sido o governador verdadeiro da ilia, e mesmo que não fosse mais um pulítico quando cheguei, ele ainda carregava os sinais de um home que achava ser seu dever liderar. Além diço, as conexões políticas dele eram tão valiosas para ele quanto seu assúcar ou o dinheiro que ganhava com isso. E foi por conta desse fato que, depois da chegada de um soldado espanhol, conheci o home que mudaria minha vida para pior e para sempre; um jovenzinho chamado Laureano Torres.

12. A CHEGADA DO TEMPLÁRIO

Era abril de 1673 quando encherguei o galeão no porto de Kingston, navegando as cores dos homes da Holanda. Achei aquilo esquisito, mas não improvável. Era uma farsa, porém, já que o carregamento do navio era com certeza espanhol: um cavalheiro chamado Torres, antigo soldado do ezército espanhol e agora emissário em nome de seu rei. Ou assim o dice para Peter Beckford. Descobri depois que ele se chamava de Templário e que visitou a plantassão do mestre Beckford para olhar a estranha coleção de manuscritos dele.

Torres ficou dois dias com o senhor Beckford quando outro obigeto chamou sua atenssão: ou seja, eu. Uma estranha empougação tomou conta de seu rosto quando me viu, o que achei sem sentido primeiro, até ele me dirijir perguntas que gelaram o centro do meu ser. Disse pra mim, um dia depois da janta, "Escutais vozes, senhor Kavanagh?", e respondi somente "Como é?", fingindo iguinorância, mas perturbado pela verdade. "Vozes. Das trevas de vossa mente. Ou memórias, para ser mais exato, como se de uma outra vida." E com isso me apavorei; como era que aquele homem sabia o estranho mistério da minha vida como se foce um fato histórico qualquer?

"Sei o que queres dizer, mestre Torres", eu disse, e pedi lissença, ansioso como estava. "Uma boa noite para o senhor", ele disse, quando parti. "Nos falaremos novamente quando estiverdes descansado e pronto para conversar." Ainda abalado, dei boa noite a ele e fui para meus aposentos, sentido outro devaneio se apossando de mim. Quando cheguei à cama, caí em...

13. OTRU DEVANEIU AÇUSTADOR

Aqui eu relato outro devaneio...

EU I UMA MULIER;

"Amado," ela disse, uma voz tão íntima e familiar, "nossos colegas conspiram contra nós. Eles tremem e suspiram quanto ao próprio destino, satisfeitos em escolher os humanos. Mas há esperança para nós; há uma chance de que possamos adaptar nossos corpos ao mumdo frio, atimosfera venenoza e própria guerra. Irás me ajudar? Irás se submeter?"

E aqui escuto minha própria vós responder - "Sim, amada. O que devo fazer?"

"Tramsferêmcia," disse ela. "A troca de nossas memtes desses velhos corpos em novas formas. Corpos mecânicos talvez, ou aqueles de nossos instrumentos, nossos humanos. Enfim, acredito que há um modo de tramsferir tudo que sabemos e tudo que somos em outras formas... e assim sobreviveremos ao Cataclisma que se aproxima e viveremos pra ver nosso povo repopular a Terra e recuperar ela daqueles que tolamente liberamos sobre ela."

"Tramsferêmcia," eu disse em voz alta. "Nossas mentes em recipentes alternativos? Uma probablidade perigosa, mas rasoável."

"Sim!" ela disse, "E quem melhor para dar este salto do que ti, meu amado esposo. Com uma memte sem ingual. Uma constituinção sem rival. Arquitetu do Obcervatóriu, Capataz das ferramentas do Éden, a luz mais brilhante de nossa civlização. Se não consegues fazer isto, talvez ninguém consiga..."

E aqui eu digo - "Eu farei isso por ti, amada. Por nós e nosso povo..."

14. O ASACINO

Perdido estava em meu Devaneio que falhei em ver o envelopi abaixo da porta do meu quarto. Ele dizia: "Bom senhor, desculpe o alarme que causei com minhas perguntas, mas tu tens a exata aparência de um homem que meus colegas e eu desejamos conhecer. Permita-me uma audiência e explicarei tudo. Teu amigo, Laureano Torres."

Pemsei sobre essa carta por um tempo naquela noite, comsiderandu o que siginificava eu ter "a exata aparência" de um homem que ele conhece, e por que levantaria tanta intriga. Pemsei por horas, andando no quarto com a memte quase escapando de mim, quando derrepente ouvi rápidas sussessões de tiros de pistolas e rifles no jardim. Para meu houvido pareceu que uma guerra começou tendo eu como espectador no centro...

Caí de joelhos e me escondi no lado da cama, distante da janela, e fexei meus olhos. Mas quando fiz isso, uma voz me chamou da porta de meu quarto. "Senhor Kavanaught!" ela dizia. Levamtei minha cabeça e abri meus olhos e vi uma figura com um contorno terrível - emcapuzada e vestida em cor siena, o homem levantou um cano pequeno aos lábios e soprou. Senti uma picada no pescoço, como se de mosquito. Abri a boca para protestar, mas então uma onda de fadiga me tomou e adomerci...

15. DESCANÇO E REPAZTO

Acordei alguns dias depois numa movimentada vila nativa na presensa do mesmo homem, muintas léguas de onde chamo de casa. Ele mesmo nativo, com um rosto sério mas gentio, se disse chamar Bahlam e pidiu para eu não me asustar.

Estranhamemte eu não estava assustado, pois seu geito era calmu e suas palavras boas. Perguntei por que ele me trousse a este lugar. A surpreza no rosto parecia genuína, e ele disse "És um Sábio. Tua face fala claramente; teus olhos acima de tudo". Não entendi o que ele sugeria. Ele continuou - "És um de uma longa linhagem de homens idênticos - homens nacidos fora de seu tempu. Tua aparênsia e tua alma são um padrão, repetidu através das eras. Muintas vezes um século ou mais se passa sem aparecer um Sábio; outras vezes, dois nacem na mesma década. Não sabemus porque."

E meu cérebro ficou confuzo, mas tudo que ele falava era sabido por mim de algum modo imtrínseco, e ainda assim me assustava. Como podia ser que eu era um homem renacido? Como podia ser que eu já vivi uma vida e passei para uma segunda, ainda pensando na primeira? Passei muintos dias com este homem Bahlam, e nesse tempo ele me contou tudo que sabia, e então ele perguntava coisas esperando que eu saberia responder...

16. O OBCERVATORIU

Fiquei com meu captor, Bahlam, por muintos dias, pergumtando a ele todos os tipos de questões e ele fazendo o mesmo - tudo enquamto eu me pergumtava que destino ele planejava pra mim. Por fim, no sétimo dia eu revelei o que pesava em meu corasão.

"O que queres de mim, senhor, para que manter prizioneiro?" E Bahlam riu disso e respondeu "Não és prisioneiro, Sábio! Podes partir quando desejar. Apenas nos diga onde desejas ser deichado e se estiver em nosso poder, o transportaremos para lá."

Esta resposta me surprendeu e me iritou - "Porque então me levou para longe utilizando métodos tão diabólicos? Sequestrado, eu digo!" E ele emtão respondeu "Teu mestre hospedava um Templário e ele mesmo pode ser um agora. Não se pode confiar a tais homens prêmios tão valiosos como ti. Fica longe deles, pois eles buscam o conhecimento que se esconde em tua mente. Teus sonhos, memória e localisação de um lugar que te já te foi querido... o Obcervatóriu."

Esta palavra soou em minhas orelias, pois já a ouvi antes. Outra memória de muinto tempo atrás. "E o que TU desejas de mim, senhor?", perguntei a ele. "Roubarias os segredos enterrados em mim também?" Bahlam sorriu - "Eu não os evitaria, mas compartilhá-los cabe a ti decidir. Teus segredos são teus... e apenas tu podes escolher a quem emprestar..."

17. PARTIMDO

Após minha difícil consulta com Bahlam, tirei um dia para ruminar sobre o que fazer. Nosões estranhas e incertas lutaran em minha cabeça por supremasia, e nunca considerei muito uma ideia antes que sua oposta parecese melhor. Mas então tomei minha decizão.

"Senhor, tens sido grasiozo comigo," eu disse a ele - "E tens minha completa confiansa. Mas não posso compartilhar minhas vizões e memórias sem antes entender elas. Eu devo então partir e viajar en segredo para un local que ocupa minha mente muintos anos."

Bahlam sorriu e disse - "Entendo bem e acredito em tua causa. Encontrar a fonte de seus devaneios fará bem. Vá então e resolva estes enigimas. Daremos suprimentos para garantir um embarque seguro." E então respondi; "Obrigado, senhor. E se o que eu encontrar me satisfazer, retornarei para cá e proverei resposntas que poden te satisfazer também."

Nos dias que se seguiran, Bahlam manteve sua palavra. Com seu jovem filho, Ah Tabai, na embarcação, ele me transportou para uma vila de pescadores perto de seu composto e me supriu com mapas e moedas antes de dar um aviso. "Os Templários tem vindo para as Índias Ocidentais, e este Torres é seu Grão-mestre - e embora sejam poucos agora, em breve haverá mais. Toma cuidado com eles, e não confia em suas súplicas, pois o que não ganham por conversa, tomam a força."

E com isso, e uma calorosa despedida, parti para longe deste "Asasino" em direção a locais desconhecidos, com um vago senso de propósito me guiando...

18. MINHA BUZKA

Após deixar Bahlam, parti em minha própria chalupa e viajei por quase un ano nas Índias Ocidentais, velejando com uma pequena tripulação para todos os tipos de selvas e playas e praias, procurando por um sinau ou formasão de terra que despertase minha memória.

Pelo caminho encontrei muitas boas pessoas que me foram caridozas e ofereceram trabalho em troca de provisões. Deste modo, conheci pessoas do velio mundo e do novo e encontrei em todas elas o mesmo tipo de esperansas e dezejos. Viajar é realmente o melior ensino.

Então, após meu décimo terceiro mês, encontrei me objeto no interior de uma ilha conhecida - aqui estava, o lugar que Bahlam chamou de Obcervatóriu. Oh, que memórias este local despertou! Bem antes de bater os olios em tal estrutura, eu sabia que vim pro lugar certo. Deixando meus homens na costa, passei sozinho pela selva e ravinas profundas, vindo por fim ao lugar certo, e me maraviliando com sua prezensa estranha e seu presságio.

Sem demora eu soube o que fazer - pressionei meu dedo no que eu sabia ser uma entrada, e após sua abertura eu passei para dentro. O que vi lá, porém, deve permanecer um mistério, pois o mundo não está promto para ouvir minha estória, que deve soar como feitisaria para todos exceto meu amigo, Bahlam, e talvez para os Templários que ainda me perseguem...

19. SOB SER UN "ÇÁBIO"

Permaneci sozinho no local do obcervatóriu, canalizando seus segredos enquanto era sercado por um fluxo de devaneios que precizariam de um tomo duas vezes maior que a bíblia para descrever. Basta dizer que entendi a natureza das duas almas dentro de mim e agora estou satisfeito.

Cerca de uma semana depois fui visitado por um grupo de nativos da ilha, pessoa da tribo taino, acredito. Eles me viram primeiro, e poderiam ter me matado se minha completa surpresa não tivesse aberto meus olios de tal maneira que suas qualidades incomuns são percebidas por todos. Ao me verem, porém, os nativos se ajoelharam lentamente. Logo entendi que estes homens foram jurados a proteger este lugar, e outras conversas com eles desde então, entendi que um Sábio ANTERIOR os havia empregado; ou devo dizer, mais precisamente, seus ancestrais, pois quase 150 anos se passaram desde que o último "Sábio" veio nesta direção. Foi-me dito que seu túmulo está próximo, mas sem marcas e inacessível.

Agora faz mais de quatro décadas desde minha chegada a este lugar sagrado, e apenas uma questão permanece em minha mente - quantos mais de meu tipo existiram no total? Quase oito milênios se passaram desde nossa Incepção, e tendo a acreditar que o número é alto. Mas não tenho como saber com certeza.

Mas não deixe que isso te incomode, leitor - pois se seguiste toda minha história, procura minha missiva final no local onde eu em breve descansarei. Escondido próximo do Obcervatóriu, onde instruí os guardiões a me enterrarem quando minha passagem por este corpo mortal chegar ao fim. Portanto, até logo.

20. UM CEGREDU IMCOPREMSIVO

Comforme escrevo, o ano agora é quase 1706, e estou doemte em condições ruins, e portanto devo contar o que posso de minha condição;- tudo que digo aqui, eu trouxe do vórtice negro de minha memória. Não posso confirmar ou provar o que digo, mas talvez algum outro como eu veja isso e possa entender, e não se sentir só como frequemtemente me senti.

Em minha vida original, eu morri em meio aos experimentos de minha amada. Este método que ela falou, da transferência da mente para máquina, e de lá para um corpo humano, foi uma falha. Mas uma instrutiva, acredito, pois em meus momentos finais, recordo-me dela me confortando e uma clara promessa de que minha morte não seria um fim, mas um início.

"Não há outro meio, amado," ela disse para mim, "imperfeito, porém possível. Primeiro, concordarei em executar o experimento de Minerva, seu presente terrível para os humanos, mas meu propósito será contrário;- meu propósito será tua imortalidade! Coletando amostras do código do sangue humano, adicionarei minhas próprias melhorias;- amostras do seu código, transfiguradas de tal forma que quando as peças certas se encontrarem, irá transfigurar o zigoto de uma criança recém-concebida. Desta forma, tu renacerás, de novo e de novo ao longo das eras. Com sorte, esta repetição recessiva jamais terminará, mas viajará como uma balsa ao longo das ondas da herança."

Eu morria conforme ela falava, lá, nos braços de minha amada, mas entendi que ela queria meu bem. "Me procure, amado! Tua morte não será em vão, pois eu ESTAREI com ti novamente. Seputada, aguardando e esperando! Pronta para emergir quando for a hora certa!"

Ela então perfurou meu coração, acabando com minha vida. Mas isto é verdadeiramente estranho, aceitar ter memória de minha própria morte. Que ideia ridícula. E ainda assim eu sei que aconteceu, e que agora vivo novamente, muitos séculos depois daquele tempo, aguardando a peça final desta xarada se revelar... mas como isso vai ser, eu não sei dizer.

Portanto, para qualquer um que ler isto e entender pouco, não te chateia. Pois há mais mistérios que sentido no mundo, e nosso único propósito é suportá-los! -TK 1706

ReferênciasEditar

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