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"Como todos da sua laia, você é incapaz de ver a grandeza que aguarda o Egito."
―Berenike para Bayek.[src]

Berenike (década de 110 AEC - 48 AEC), também conhecida como O Crocodilo foi uma estadista e política grega, a Nomarca de Faium que secretamente fazia parte da misteriosa Ordem dos Anciões, uma organização que cruelmente controlava opressivamente o Egito.

Durante os últimos anos da Dinastia Ptolemaica, Berenike conduzia um reino extremamente cruel, brutal, elitista e opressivo sobre Faium, favorecendo a minoria grega enquanto fazia a maioria egípcia sofrer horrores. Responsável pela morte, tortura ou desaparecimento de incontáveis civis de Faium, Berenike notoriamente empregava os Gladiadores da Arena de Crocodilópolis para fazerem seu trabalho sujo.

BiografiaEditar

Governando FaiumEditar

Uma mulher de uma família aristocrata muito rica grega, Berenike formou uma carreira estadista e política de sucesso e tornou-se uma pessoa bastante poderosa no Egito, onde passou a ter a maior parte da influência política sobre a região de Faium, eventualmente tornando-se a Nomarca. Como Nomarca, ela se autoproclamava uma defensora da cultura, mas era na verdade uma pessoa extremamente brutal que mostrava indiferença quanto às mortes que causou no seu governo.

Nessa época, ela descobriu da existência da misteriosa Ordem dos Anciões, uma organização secreta formada pelas figuras políticas, militares e religiosas mais poderosas do Egito que buscava implantar uma sociedade onde os poderosos prevalecem sobre as massas e supervisionam um mundo perfeito e subjugado, e juntou-se à mesma, sendo conhecida como O Crocodilo. Seu governo sobre Faium tornou-se gradualmente muito mais brutal e opressivo, fazendo muitas pessoas se rebelarem e causando inúmeras mortes e tragédias na região.

Entre seus subordinados, estavam Sehetep, o Sumo Sacerdote corrupto de Sobek, O comandante na liderança dos exércitos de Faium, vários Gladiadores da Arena de Crocodilópolis, e várias outras figuras influentes na região. Dois dos oficiais administrativos Hotephres e Khenut, que eram muito mais honestos, moderados e populares que os outros oficiais de Faium.

MorteEditar

Bayek: "Você destruiu famílias..."
Berenike: "Fiz o que tinha que fazer."
―Bayek e Berenike nos últimos momentos dela.[src]

Em 48 AEC, Berenike foi acompanhado pelos Irmãos Gauleses e um efetivo militar para recuperar um livro de registros da corrupção de Faium que estava nas mãos de Khenut. No processo, Berenike brutalmente afogou a filha pequena de Khenut, Shadya, no Lago Moeris, e aparentemente destruiu o registro logo depois. Bayek, que já estava caçando o Crocodilo em busca de vingança contra a Ordem, tornou-se ainda mais determinado em encontrar e matar seu alvo.

Ao interrogar os Irmãos após ter derrotado eles em um evento na Arena, ele descobriu a identidade do Crocodilo. Berenike, em busca de um substituto aos Irmãos, contratou a Gladiadora Khensa, que já havia trabalhado para ela antes em serviços menores, para servir como sua guarda-costas e assassina pessoal. Ela retornou à sua enorme propriedade, o Celeiro de Kerkesoucha, onde estava dando uma festa aos ricos de Faium.

Lá, Berenike e Khensa foram confrontadas por Bayek, que duelou e matou Khensa antes de encurralar e ferir Berenike fatalmente com sua Lâmina Oculta. Nos seus últimos momentos, Berenike declarou que Bayek e todos os outros rebeldes e humildes não conseguiam ver a grandeza que se localizava no Egito, e mostrou indiferença quando Bayek lembrou-lhe de Shadya. Ela então disse que fez o que devia ser feito, e sucumbiu aos ferimentos.

Personalidade e característicasEditar

Berenike, mesmo sendo uma competente e habilidosa estadista, era uma pessoa extremamente brutal que não dava valor algum às vidas do povo de Faium, e passou a achar natural as mortes cruéis deles. Seu governo deu privilégios extensos à alta-classe grega mas piorou muito a vida já difícil do povo egípcio, o que fez a guerra étnica e o preconceito aumentarem ainda mais em Faium, fazendo com que autoridades gregas tornassem-se muito mais brutais e desenvolvendo um ódio e fanatismo profundo na mente de muitos egípcios.

Ela acreditava que, de alguma forma, a brutalidade do seu governo era necessária para que os objetivos da Ordem fossem alcançados, e em seu último suspiro, declarou que fez o que devia ser feito.

Aparições em memóriasEditar

Principais:

ReferênciasEditar

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