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Exportação de memória genética DDS:
Indivíduo: Keith Scipione
Data: 1944
Local: Milão, Itália

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Isso é loucura! O que eu fiz para incomodar meus chefes? Busca em vão no meio de uma zona de guerra enquanto nossos homens jogam bombas em mim. Pelo quê? Por uma chance de ser algo real? Certo... Já estou nisso faz vinte anos e acho que sua existência é mentira.

Mantenho minha cabeça baixa, mesmo estando vestido como um local. Mas a mala cheia de dinheiro parece uma corrente pesada. Essas pessoas estão sofrendo. Elas não pensariam duas vezes em tomá-la de mim se soubessem o que tem dentro.

Procurando pelo restaurante. Espero que ainda esteja em pé. Encontrando com um dos Baguttiani, que aparentemente são um bando de pensadores artísticos que ficam sentados o dia todo contemplando a importância de ficar sentado o dia todo contemplando.

O lugar parece vazio, mas a porta não está trancada. Dentro, o homem está esperando por mim. Ele está nervoso. Ele devia estar. Saquei minha pistola. Não sou bobo.

Ele responde apontando para uma caixa de madeira em um dos bancos. Ela não parece muito para mim. Eu coloco minha mala na mesa próxima a ela, mantendo minha arma erguida.

Eu levanto a tampa da caixa e olho dentro.

Algo está dobrado dentro. Cheira a mofo. Está sujo pra caramba também. Pode ser a roupa suja desse cara, até onde eu sei.

Eu balanço o logo de metal da companhia em meu chaveiro e vejo ele sacudir quando aproximo da caixa. Olho para o homem e ele sacode a cabeça. Espero um minuto... Talvez sejam só as vibrações de alguma bomba próxima. Ele não para. Ora, bata na minha bunda e me chame de Matilde...

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