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O assassinato de Júlio César foi o passo final de uma conspiração orquestrada por alguns dos primeiros membros dos Ocultos, conhecidos como "Libertadores", em 15 de março de 44 AEC, para assassinar o ditador Júlio César e acabar com o controle da Ordem dos Anciões sobre a região.

Após ganhar a mais alta posição política da República Romana - o Cônsul do Senado - César se declarou ditador vitalício e foi aclamado pelo exército e por grande parte do povo como um Deus. Com essa nova posição, influenciado pela Ordem dos Anciões, César agiu muito mais abertamente e violentamente contra seus inimigos e os inimigos da Ordem, chegando ao ponto de planejar o extermínio do Senado. Ele também iniciou campanhas militares romanas ainda maiores que as anteriores, para expandir o poder da República, e militarizou Roma.

Tudo isso fez com que dois senadores rivais de César, Marcus Junius Brutus e Gaius Cassius Longinus, começassem a planejar uma conspiração contra ele. No processo, eles descobriram da existência da Ordem e a influência dela sobre César, e se juntaram aos Ocultos, uma organização também secreta que visava combater as visões elitistas e opressoras da Ordem, através de Amunet. Em 15 de março de 44 AEC, os três, apoiados por um grupo de senadores aliados, assassinaram César à facadas em uma reunião política no Teatro de Pompeu.

Detalhes[]

Os atos de Júlio César durante a Guerra Civil Alexandrina, no Egito, fizeram com que ele eventualmente se tornasse um aliado da Ordem dos Anciões e de seus dois líderes, Flavius Metellus e Lucius Septimius, e um inimigo de um grupo de indivíduos que formaram os Ocultos, entre eles Bayek, Aya, e posteriormente Marcus Junius Brutus e Gaius Cassius Longinus, dois de seus rivais.

Enquanto Bayek ficou no Egito para assegurar a presença da Irmandade lá, Aya navegou com Phoxidas, Brutus e Cassius para Roma, com o objetivo de matar César e Septimius. Formando a conspiração com vários outros senadores que viriam a se chamarem de Liberatores, os assassinos se reuniam no templo abaixo da Santa Maria in Aracoeli várias vezes, até terem o plano definido.

Aya, agora se chamando de Amunet, foi até o Teatro de Pompeu com Brutus e Cassius, e mandou eles irem à reunião e esperarem por ela enquanto ela enfrentava Septimius, que estava guardando a entrada do Teatro. Septimius recebeu a permissão de César para matar os senadores inimigos, mas foi morto por Aya antes que pudesse fazer isso. Na reunião política, César entrou em um argumento violento com os senadores, e foi esfaqueado nas costas por Aya, e então quase todos os senadores presentes esfaquearam o em seguida, até ser finalmente morto por Brutus com um golpe no peito.

Os conspiradores então fugiram do Senado enquanto Aya dava os ritos finais ao tirano, antes de fugir também.

Consequências[]

Após o assassinato, guerras civis em Roma eclodiram, levando até a Batalha de Filipos na Macedônia. Os aliados de César e as forças dos Liberatores se enfrentaram, mas no final os Liberatores foram derrotados e Brutus e Cassius cometeram suicídio. O neto de César, Augusto, fundou o Império Romano em 27 AEC.

Referências[]

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