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"A Serpente tem muitas cabeças, e são elas que compõem a Ordem. A Ordem busca controlar todo o Egito, Ptolemeu é só um fantoche, em todo o Egito forças misteriosas conspiram contra nós."
―Apolodoro, falando sobre a Ordem.[src]

Apolodoro, o Siciliano (c. década de 90 AEC - 47 AEC) foi um influente nobre grego e um amigo e seguidor leal de Cleópatra, rainha exilada do Egito. Ele também era um aliado e informante de Bayek e Aya, fornecendo informações a eles sobre a Ordem dos Anciões através de sua imensa rede de informantes por todo o Egito.

Ele foi responsável por iconicamente conseguir levar Cleópatra despercebida ao Palácio Real de Alexandria enrolando-a em um tapete "sagrado" e trazendo-a como presente para Júlio César, para seduzir o general romano e derrubar seu irmão, o Faraó Ptolemeu XIII. Por isso, Apolodoro foi uma peça fundamental na eliminação da Ordem dos Anciões e da ascensão de Cleópatra de volta ao trono.

BiografiaEditar

Ajudando AyaEditar

Em cerca de 48 AEC, Aya chegou em Alexandria para buscar vingança contra a Ordem dos Anciões, que haviam matado seu filho Khemu. Através de seu primo Phanos, Aya conheceu Apolodoro e, consequentemente, Cleópatra. Apolodoro também desejava erradicar a Ordem, que controlava o Egito através do Faraó Ptolemeu XIII e de várias figuras políticas, e re-estabelecer Cleópatra, uma causa que Aya também passou a apoiar.

Com a ajuda dele, Aya conseguiu descobrir a identidade de dois membros da Ordem, Acteon e Ktesos, e assassiná-los, mas ela foi descuidada ao fazer isso e os Phylakitai liderados por Gennadios e controlados pela Ordem iniciaram uma caçada humana brutal em busca de Aya. Apolodoro conseguiu fornecer um esconderijo seguro para Aya, localizado abaixo da Grande Biblioteca de Alexandria.

Pouco tempo depois, o marido de Aya, Bayek, chegou em Alexandria para ajudá-la e conseguiu neutralizar os Phylakitai e assassinar Eudoros, que ele acreditava ser o último membro da Ordem.

Apolodoro conhece Bayek

Apolodoro conhecendo Bayek.

Reunião com CleópatraEditar

Após o assassinato de Eudoros, Bayek, que ainda possuía dúvidas se ele realmente era o homem que matou seu filho, se encontrou com Apolodoro no Farol em Canopo. Apolodoro ainda não confiava em Bayek, e para provar sua lealdade, mandou ele resgatar seu informante Damastes e recuperar um documento do general romano Pompeu. Quando Bayek conseguiu realizar isso, Apolodoro ficou satisfeito e levou ele para sua propriedade para se encontrar com outros aliados. Ele explicou no caminho que a morte de Gennadios faria os Phylakes caçarem Bayek, e também explicou que eles acreditam que Eudoros era quem persuadia o incompetente Ptolemeu a obedecê-lo.

Reunião Cleópatra

Apolodoro e os outros na reunião.

Ele introduziu Bayek à Cleópatra e levou ele, Aya, Cleópatra e o sacerdote Pasherenptah para uma sala secreta. Quando Bayek disse que Eudoros era a Serpente e o líder da Ordem, Apolodoro explicou que A Serpente é um termo usado para englobar os membros da Ordem, e que Eudoros era conhecido como O Hipopótamo, e que eles ainda não sabiam a identidade do líder da Ordem. Apolodoro e Pasherenptah então explicaram que O Escaravelho controla a brutalidade na região do Delta do Nilo e no deserto nas proximidades, explicaram que A Hiena controla Gizé e a região desértico ao redor, explicaram que O Lagarto controla a cidade de Mênfis e que O Crocodilo comanda a opressão do povo em Faium.

Aya também presenteou Apolodoro com uma misteriosa relíquia esférica que Bayek havia tirado do cadáver de Medunamun.

Disseminando a influência de CleópatraEditar

Enquanto Bayek e Aya caçavam o Lagarto em Mênfis com a ajuda de Pasherenptah, Apolodoro trouxe Cleópatra à cidade, que desejava ganhar o apoio da maior cidade do Egito Antigo através de um discurso inspirador. Após Bayek ter conseguido matar o Lagarto e remover a suposta maldição que assolava a cidade, Cleópatra deu seu discurso, mas alguns civis permaneceram insatisfeitos.

Bayek então partiu para Faium para caçar o Crocodilo e Aya foi ao Mar junto do Capitão Phoxidas para convencer o general romano Pompeu a se aliar a Cleópatra. Apolodoro e Cleópatra então viajaram para Herakleion, onde Apolodoro fez de tudo para proteger Cleópatra dos Gabiniani liderados por Lucius Septimius, que Apolodoro descobriu ser um membro da Ordem ao interrogar Livius, um de seus agentes.

Quando Bayek e Aya retornaram, eles ajudaram Apolodoro impedir uma tentativa de assassinato pelos Gabiniani em Cleópatra, matando Venator, um dos tenentes de Septimius. Cleópatra, furiosa com o que acabara de acontecer, decidiu que estava na hora de se reunir com Pompeu e acabar com o irmão dela de uma vez por todas. Infelizmente, Septimius já havia matado Pompeu, com o objetivo de agradar o general Júlio César, que estava em Alexandria.

Derrubando PtolemeuEditar

Eles então fizeram um plano improvisado: chegariam em Alexandria pelo caminho marítimo através do navio de Phoxidas e então discretamente entrariam no Palácio para Cleópatra tentar provar que ela é mais tática, audaciosa e charmosa que Ptolemeu. Após uma série de batalhas marítimas com os Gabiniani, eles chegaram em Alexandria e Apolodoro escondeu Cleópatra em um tapete, enquanto Bayek e Aya se disfarçaram como os Phylakes dele.

Cleópatra obteve sucesso em seduzir César, enfurecendo Ptolemeu e fazendo ele deixar o Palácio e preparar suas tropas secretamente. Para impressionar César, Cleópatra fez Bayek e Aya encontrarem uma entrada à tumba de Alexandre, o Grande e Apolodoro, César, Cleópatra e o braço-direito de César, Flavius Metellus, entraram na cripta, impressionados pelas antigas escrituras presentes nela.

No entanto, as forças ptolemaicas retaliaram e, liderados por Septimius e Potino, guerrearam contra as tropas romanas de César e as tropas greco-egípcias apoiadoras de Cleópatra. No final da batalha, Ptolemeu havia afundado no Nilo, Potino estava morto mas Septimius foi poupado por César, influenciado por Flavius, pois ele era um romano. Isto enfureceu Bayek e Aya, que foram banidos do Palácio por César e Cleópatra, que haviam tornado-se apenas outras marionetes da Ordem.

MorteEditar

Após estes acontecimentos trágicos, Apolodoro foi confrontado por Bayek e Aya no distrito popular de Alexandria, que o insultaram por agora estar do lado de Septimius e da Ordem, mas Apolodoro explicou que para Cleópatra, eles não tinham mais nenhuma utilidade, mas que César havia decidido que eles eram perigosos demais para permanecerem vivos. Apolodoro prometeu amenizar a situação, mas ele foi ignorado por Bayek e Aya, que queriam matar Septimius à qualquer custo.

Apolodoro morte

Os últimos momentos de Apolodoro.

Com uma consciência pesada, Apolodoro foi até a tumba de Alexandre o Grande para tentar decifrar os segredos da misteriosa relíquia esférica que Aya havia lhe dado há meses, vendo se ele poderia encontrar algo contra Septimius. No entanto, Flavius Metellus e um grupo de soldados romanos emboscaram Apolodoro e o feriram fatalmente, roubando a esfera e abandonando ele à própria morte.

Bayek e Aya chegaram quase na mesma hora, mas Flavius e seus soldados já haviam fugido com a relíquia. Em seus últimos momentos, Apolodoro contou que Flavius era o líder da Ordem e que ele estava indo para Siuá com a relíquia, e que provavelmente iria trazer miséria ao povo deles. Apolodoro então sucumbiu aos seus ferimentos, e recebeu os ritos finais de Aya.

Personalidade e característicasEditar

Apolodoro era um homem poderoso com muitas conexões, tendo conseguido estabelecer uma enorme rede de espionagem ao longo de todo o Egito, o que foi essencial para a eliminação dos membros da Ordem espalhados no deserto. Ele também era um homem esperto e discreto, conseguindo um esconderijo perfeito para Aya localizado abaixo da Grande Biblioteca e usando sua Villa como a primeiríssima base improvisada do que viria a se tornar a Irmandade dos Assassinos.

Ele também era muito engenhoso, improvisador e esperto, tendo feito um plano simples mas funcional para conseguir levar Cleópatra à César, além de ter administrado toda a parte de logísticas, transporte, apoiadores e bases que tornaram a sobrevivência da rainha exilada algo possível. Além disso, ele era um guerreiro experiente, tendo sobrevivido ao Cerco de Alexandria, à Batalha do Nilo e à uma luta de vida ou morte contra os Gabiniani.

Mas por outro lado, ele também era uma pessoa leal e confiável, tendo sido fundamental na ascensão de Cleópatra e na derrubada de Ptolemeu. Quando César traiu Bayek e Aya e Apolodoro não pôde fazer nada, ele se redimiu ao ir pessoalmente e sozinho até a tumba de Alexandre para descobrir segredos para eles, e sacrificou sua vida no processo, tendo sido cercado e morto pelos guerreiros de elite de Flavius.

Aparições em memóriasEditar

CuriosidadesEditar

  • Historicamente, o destino de Apolodoro é desconhecido.
  • A Villa que era propriedade de Apolodoro tecnicamente serviu como a primeira base improvisada do que viria a tornar-se a Irmandade dos Assassinos.
  • Ele usa uma lança de bronze única e um escudo roxeado em combate.

ReferênciasEditar

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