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Agripa (desconhecido - 47 AEC) foi um General romano nos exércitos de Júlio César que serviu como o comandante das forças militares localizadas na província de Cirenaica no Egito, e um subordinado do Procônsul Flavius Metellus. Obedecendo à tudo que Flavius dizia, Agripa era, sem seu conhecimento, um fantoche da Ordem dos Anciões, junto com seu braço-direito Brutus Severus.

Nos anos ao redor de 47 AEC, Agripa havia, sob as ordens de Flavius, aumentando em larga escala a militarização da região, e havia forçado o engenheiro Vitrúvio a entregar sua fórmula da arma militar devastadora de fogo grego para ser usada pelos romanos e pela Ordem. Ele também era responsável pela dura opressão da área, massacrando vilas inteiras para solidificar a autoridade dos romanos e exercendo punições brutais contra os rebeldes que surgiram na região.

Em 47 AEC, Bayek chegou em Cirenaica com o objetivo de acabar com a influência da Ordem lá, e começou ajudando Vitrúvio e os rebeldes a trabalharem contra a opressão militar de Agripa nas Montanhas Verdes. Ele resgatou os rebeldes de Apate e Kade, matou Severus, eliminou os times genocidas e, no final, confrontou Agripa na Cidadela. Após uma dura luta contra o general, Bayek conseguiu matá-lo e destruir as reservas de fogo grego e recuperar a fórmula.

Personalidade e característicasEditar

Um homem brutal e autoritário, Agripa não tinha hesitação alguma em matar inocentes, torturar rebeldes ou usar armas devastadoras de guerra. Responsável pelo extermínio de vilas inteiras e pela militarização violento de Cirenaica, Agripa não tinha a menor ideia que sua brutalidade e lealdade estavam sendo exploradas por Flavius e a Ordem. Vitrúvio disse que ele já havia sido um bom homem, mas que os horrores da guerra haviam feito dele a pessoa que ele se tornou em seus últimos anos.

Aparições em memóriasEditar

Principais:

Secundárias:

ReferênciasEditar

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